A experiência Louis Vuitton

A mobilidade a seu alcance

Mudar de responsabilidades, de país, de profissão e até mesmo de Maison. Na Louis Vuitton, que faz parte do ecossistema LVMH contando 70 Maisons de luxo, tudo é possível, se você souber se preparar e aproveitar as oportunidades. Saiba como.

Rumo a uma nova profissão

O Monograma da Louis Vuitton dá acesso a uma variedade de profissões inimagináveis e nove universos a explorar. Cabe a você provar que está pronto(a) para enfrentar o desafio.

Do meio período a toda uma carreira

Do meio período a toda uma carreira

Acredito que todas essas experiências fizeram a pessoa que sou hoje. Elas se complementaram.

***

Meu nome é Rebecca.
Comecei minha carreira há 15 anos em Columbus, Ohio. Trabalhava meio período como consultora de vendas.
Eu era a pessoa que fechava a loja no fim de semana, porque estudava em tempo integral durante a semana. Foi uma experiência excelente, vivi todos esses momentos de grande afluência de clientes, pude estabelecer várias relações sólidas. Acho que foi aí que me dei conta de o que é o luxo.
Desde a época de Columbus, exerci diferentes funções. A grande cidade onde trabalhei depois foi Chicago. Alguns anos depois, fui para Nova York.
Quando me mudei para Nova York, exerci o cargo de Gerente de Equipe de Universo em uma loja masculina. Fui eu que abri a primeira loja masculina da empresa na América do Norte. Foi impressionante.
Com a mobilidade, sempre que exerço um cargo novo, num lugar diferente, os três primeiros meses são um pouco difíceis. É superestimulante, mas também um pouco desconfortável começar outro trabalho ou mudar de cidade. Por exemplo, quando me mudei para Chicago, não conhecia ninguém. Simplesmente saí de Ohio e fui viver essa nova experiência em Chicago. Não só aprendi como funcionava a nova loja, a nova equipe, mas também descobri uma nova vida. Hoje em dia, quando há mudanças na minha vida pessoal ou profissional, me sinto mais preparada.
Fiz a gestão de um projeto para a colaboração com a Supreme. No plano do merchandising, eu era a responsável do projeto.
O trabalho foi feito de maneira muito transparente. Como a colaboração era com uma marca de streetwear externa, tínhamos de ser mais ágeis. Tudo era um meio confidencial até o último minuto. Isso tornou a experiência superinteressante. É algo que eu nunca vou esquecer.
Tentei aproveitar ao máximo todos os momentos: as situações divertidas de “team building”, as sessões de compras em Paris, trabalhando até tarde, ou ainda o trabalho com um cliente “VIC”. Acredito que todas essas experiências fizeram a pessoa que sou hoje. Elas se complementaram.
Quando falamos ou ouvimos comentários sobre mobilidade em outras empresas, vemos que o processo é muito rápido. A mobilidade nessas organizações ocorre em um ano, oito meses, dois anos no máximo. Nem sempre isso acontece na Vuitton. Prefiro assim, por que aprofundamos nosso conhecimento da função. Me sinto privilegiada, porque minha experiência em vendas foi feita durante 11 anos em lojas. Hoje, também tenho experiência na área corporativa através do merchandising, onde trabalho com várias equipes diferentes.
É uma função única e diversificada que me capacita a fazer várias coisas. Não posso dizer qual será meu próximo passo, mas tenho certeza de que será tão interessante quanto o que venho vivenciando até hoje.

Rebecca, Gerente de Merchandising

I feel as though all these experiences have really made me who I am. They’ve built on each other.

***

My name is Rebecca.
I started my career 15 years ago in Columbus, Ohio. I started out as a client advisor for the store there part-time.
I was kind of the weekend closer person because I was in school for full-time during the week. It was a great experience because when I was there, I had all those moments of high traffic clienteling coming in. I was able to build a lot of strong relationships. I think that’s when I first realized what luxury was.
From Colombus, I’ve held a few different roles. I think my next major city I went to was Chicago. Then a few years after Chicago, I made my way up to New York.
When I moved to New York for Vuitton, I actually came in as a Team Universe Manager for a men’s store. I opened the first men’s store we had here in North America. That was amazing.
I think always when I do mobility and I changed roles that the first three months are a little challenging. It’s very exciting as much as it can be a bit uncomfortable to start over or to move to a city. For example, when I moved to Chicago, I knew no one. I just picked up and moved from Ohio to Chicago for this new experience. Not only was I learning the ins and outs of a new store, a new team, but then I was also really learning my new life. I feel now as change comes, whether it’s within my personal or my professional life, I’m usually pretty receptive.
I managed a project that we worked on the collaboration with Supreme. From a merchandising standpoint, I was the lead of the project.
We were quite transparent on things. Because we did this collaboration with an outside streetwear brand, we had to be more agile. Everything was a bit top secret until the last moment. It made it very, very fun. It was definitely something that I will never forget.
I’ve really tried to work hard on taking advantage of every moment, not only whether it’s having fun in a team building situation, or staying very late nights in a buying session while we’re in Paris, or working with a VIC client. I feel as though all these experiences have really made me who I am. They’ve built on each other.
I think sometimes when we think about mobility, and when we hear about mobility with outside companies, it’s very fast moving. Mobility happens in these companies within a year, within eight months, within two years maximum. That’s not always the case in Vuitton. I actually appreciate that because I think we get to learn our roles much better. I feel very lucky because I have retail experience for 11 years I was in store. Now, I’ve also had corporate experience through merchandising, where I get to work with many different teams.
It’s a very unique and diverse role that I’m now in that I feel as though it could take me anywhere. I can’t say what my next step will be, but I’m sure it will be equally as exciting to what I’ve experienced so far.

Rebecca, Merchandising Manager

Da engenharia automotiva</br>ao marketing de luxo

Da engenharia automotiva
ao marketing de luxo

4:10

Quando eu era engenheiro automotivo, se alguém tivesse dito que um dia eu trabalharia no Marketing da Louis Vuitton, eu não teria acreditado.

***

Meu nome é Fabien. Entrei na Louis Vuitton em 2006. Faz doze anos que trabalho na Maison, mas não foi minha primeira experiência profissional. Antes eu trabalhava na indústria automobilística.
Fazia tudo relacionado com a organização da produção. Fui contratado pela Louis Vuitton para desenvolver uma organização mais eficaz nos ateliês para que os produtos “Made in France” continuem a existir durante muito tempo. Comecei no cargo de engenheiro de métodos na área de melhoria contínua.
Fiquei nesse cargo durante dois anos e meio. Em seguida, tive a oportunidade de ser transferido para o exterior e continuar a trabalhar nos ateliês.
Depois desses três anos, entre o trabalho de engenheiro de métodos e o curto período no exterior, o objetivo de todo jovem contratado é assumir rapidamente uma posição de gestor. Nos ateliês, é possível chegar rapidamente à posição de responsável de equipe de produção, que era meu objetivo. Quando você tem 25 ou 26 anos, não sabe se é feito para ser gestor ou não, e essa é uma oportunidade para assumir o cargo com uma equipe de 35 ou 40 artesãos em couro, muitos deles trabalhando lá há talvez trinta anos, com uma experiência imensa e que já conheceram vários gerentes e inúmeras mudanças de organização. Você chega numa equipe com uma longa história, pessoas extraordinárias com uma imensa experiência acumulada. Aí você tem de transmitir credibilidade. Poder se confrontar rapidamente com uma equipe na posição de gestor no ateliê é um verdadeiro teste na Louis Vuitton.
Quando comecei na Louis Vuitton, trabalhava num ateliê que produzia na França e que contratava trabalhadores franceses, mas descobri uma competência artesanal de que não tinha a menor ideia e acabei me apaixonando pelos produtos. Foi quando decidi me especializar nos produtos. Por isso, depois de ser chefe de equipe, mirei o Desenvolvimento de Produtos.

O Desenvolvimento de Produtos é um trabalho de maestro para se assegurar que o Marketing, o Design e toda a área industrial – Logística, Produção e Desenvolvimento de Materiais – estejam em harmonia. O aspecto interessante é que trabalhei como engenheiro de métodos para entender como melhorar o ateliê. Em seguida, fui chefe de equipe para entender por que os produtos chegavam de determinada maneira ao meu ateliê. Trabalhei nessa área durante três anos, no Ateliê de Saint-Donat.

O mais surpreendente é que o primeiro dia que passei na Louis Vuitton foi em Saint-Donat. O ateliê ainda funcionava. Foi meu primeiro dia de integração.
Quando entrei novamente nesse ateliê histórico, fiquei arrepiado de poder voltar, vê-lo todo reformado, e continuar a participar dessa aventura que prossegue atualmente com a ampliação das instalações. Meu “segundo primeiro dia” em Saint-Donat foi ainda mais intenso que o primeiro. Fiquei emocionado.

Durante toda a minha carreira, eu quis entender o que acontecia na etapa anterior à minha. Sempre pensei que, sabendo o que acontecia depois, podia trabalhar melhor. Funcionou três vezes, então por que não uma quarta? Tendo em vista minha bagagem de engenheiro mecânico generalista, era realmente um desafio trabalhar no Marketing da Louis Vuitton. Em todo caso, a Maison confiou em mim e me permitiu assumir o cargo de Chefe de Produtos Artigos de Couro Masculinos, depois de três anos como Gerente de Projetos de Desenvolvimento.

***
Não é um mito. Na Louis Vuitton você pode mudar completamente de profissão e fazer aquilo que realmente quer, desde que mostre estar motivado e interessado por outra carreira.

Fabien, Senior Product Manager

Si un jour, on m’avait dit quand j’étais dans l’automobile, que j’allais être au marketing chez Louis Vuitton, je n’y aurais jamais cru, c’est vrai.

***

Je m’appelle Fabien. Je suis rentré en 2006 chez Louis Vuitton. Ça fait douze ans que je suis dans la Maison. Ce n’était pas ma première expérience. Je travaillais dans l’automobile juste avant.
J’étais dans tout ce qui était organisationnel de production. Et donc, j’ai été recruté chez Louis Vuitton pour travailler sur une organisation plus efficace en atelier pour permettre que le made in France perdure pendant longtemps. Donc, j’ai démarré dans mon premier métier en tant qu’Ingénieur Méthodes : ingénieur, amélioration continue.
Je suis resté deux ans et demi à ce poste-là. Ensuite, j’ai eu l’opportunité de pouvoir partir à l’étranger pour continuer à travailler au sein d’ateliers.
Après ces trois années entre le métier d’ingénieur méthodes et la petite période passée à l’étranger, le but pour un jeune embauché est de pouvoir vite se confronter au management. Donc, dans les ateliers, on peut passer très rapidement responsable d’équipe de production, ce que moi je voulais, parce qu’on ne sait pas si on est fait pour être manager ou pas quand on est jeune, quand on a 25 ans ou 26 ans, et là, très rapidement, on se confronte au métier de management avec une équipe de 35 personnes ou 40 personnes qui est une équipe de maroquiniers, qui est peut-être là depuis trente ans, qui a une expérience très grande, qui a vécu de nombreux managers, de nombreux changements d’organisation. Donc, on arrive dans une équipe qui a un lourd passif, des gens extraordinaires qui ont une expérience de fou. Et là, on doit être crédible, et c’est un vrai test en atelier chez Louis Vuitton de pouvoir se confronter au management très rapidement.
Quand je suis arrivé chez Louis Vuitton, j’étais venu pour travailler au sein d’un atelier qui fabrique en France, qui investit sur le milieu ouvrier français, mais j’ai découvert un savoir-faire que je ne connaissais pas du tout et je suis tombé un peu amoureux du produit. J’ai décidé de me spécialiser dans le produit. Et c’est en ça qu’après le métier de chef d’équipe, j’ai décidé de partir au Développement Produit.

Le Développement Produit, c’est un peu le chef d’orchestre entre le Marketing, le Design et tout le milieu industriel, qu’il soit de la Logistique à la Production, au Développement Matières. Le point intéressant, c’était que j’avais fait ingénieur méthodes pour comprendre comment améliorer l’atelier. Ensuite, j’ai fait chef d’équipe. Je voulais comprendre pourquoi ces produits arrivaient de telle manière dans mon atelier. Donc j’ai fait ce métier pendant trois ans au sein de cet Atelier de Saint-Donat.

Le plus fort, c’est que le premier jour que j’ai passé chez Louis Vuitton, je suis arrivé à Saint-Donat, l’atelier était encore ouvert, c’est mon premier jour d’intégration.
Quand j’ai remis les pieds dans cet atelier historique, j’ai eu un peu les frissons de pouvoir revenir dans cet atelier, tout rénover et participer à continuer l’aventure de cet atelier qui continue aujourd’hui parce qu’on est en train de l’agrandir. Mon deuxième premier jour à Saint-Donat était encore plus fort que le premier jour. C’était hyper touchant.

Dans toute ma carrière, j’ai voulu comprendre ce qui se passait avant moi. Je me suis toujours dit : si je sais ce qui se passe après, je ferai mieux. Donc ça a marché trois fois, pourquoi pas une quatrième qui était quand même un challenge, vu mon background d’ingénieur généraliste mécanicien, de pouvoir aller au Marketing chez Louis Vuitton. En tout cas, la Maison m’a fait confiance et m’a permis de prendre ce métier de Chef de Produit Maroquinerie Homme après trois ans de Chef de Projet Développement.

***

Ce n’est pas un mythe chez Louis Vuitton qu’on peut changer de métier du tout au tout, et pouvoir faire ce dont on a envie, si on montre qu’on est motivé et qu’on est concerné par le métier.

Fabien, Senior Product Manager

Guillaume

Do Desenvolvimento de Produtos ao Retail

2:35

Sou a prova de que todo tipo de mobilidade é possível, seja a mobilidade geográfica, seja a mobilidade funcional.
***
Meu nome é Guillaume, tenho 37 anos e trabalho na Louis Vuitton há dez anos. Atualmente trabalho na equipe “Retail Support”. Em termos de experiência, quando jovem morei e estudei oito anos nos Estados Unidos, e esse começo acabou sendo uma espécie de fio condutor ao longo de toda a minha carreira.
Sou formado em engenharia industrial. Comecei minha carreira na indústria automobilística e trabalhei quatro anos em unidades de produção. Voltei para Paris para trabalhar como consultor estratégico. Em 2008, entrei na Louis Vuitton, no setor de Desenvolvimento de Produtos, e tive diversos cargos. Minha esposa e eu tínhamos o projeto de morar nos Estados Unidos, e ela acabou tendo uma oportunidade profissional lá. Quando falei sobre o assunto na Louis Vuitton, achamos que seria uma excelente ocasião para eu descobrir o Retail e trazer o lado analítico, uma visão de engenheiro que trabalha no Retail. Então, comecei como Operations Manager na loja de Chicago e passei três anos nessa função.
Quando cheguei, os produtos que eu tinha desenvolvido estavam começando a ser vendidos na loja. Eu me lembro que uma vez um cliente quis que eu assinasse um cartão de visita para colocar na bolsa, porque era uma das bolsas que eu tinha ajudado a desenvolver. Para ele, eu era o Marc Jacobs da bolsa. Eu disse que não, eu só tinha participado do desenvolvimento do produto, transformado o sonho em realidade. Mas para ele era importante. Ele quis porque quis que eu assinasse o cartão.
Depois, tive a oportunidade de me tornar gerente de uma loja de Chicago e pude ter uma visão realmente panorâmica do Retail durante mais três anos. Também tive uma passagem pelo Brasil. Assim trabalhei para a Louis Vuitton em três países. Voltei recentemente para Paris e assumi um cargo na Matriz.
Com certeza, o que mais me orgulha foi o cargo de Gerente de Loja, que me deu a oportunidade de desenvolver minhas equipes e o negócio. Tivemos um forte crescimento e contratamos muita gente. Isso dá realmente a impressão de se estar construindo algo de sólido. Isso também permitiu a minha própria evolução. Considero que foi uma experiência realmente única e muito rica.
Quando você está motivado, a Louis Vuitton é uma Maison que proporciona os meios para alcançar seus objetivos e fazer com que tudo seja possível.

Guillaume, Retail Support Manager

Je suis la preuve de la possibilité de faire des mobilités, que ça soit des mobilités géographiques ou des mobilités fonctionnelles.

***

Je m’appelle Guillaume, j’ai 37 ans et je travaille chez Louis Vuitton depuis dix ans. Je suis aujourd’hui dans l’équipe « Retail Support ». Au niveau de mon expérience, j’ai grandi pendant huit ans aux États-Unis pendant mes études quand j’étais jeune, et ça sera un peu un fil conducteur tout au long de ma carrière.
J’ai une formation d’ingénieur, ingénieur en génie industriel. J’ai commencé ma carrière dans l’industrie automobile. J’ai passé quatre ans en site de production. Je suis revenu sur Paris, j’ai fait du conseil en stratégie. Et en 2008, j’ai rejoint Louis Vuitton au sein du Développement Produit. J’ai eu différents postes au sein du Développement Produit. J’avais un projet de famille avec mon épouse pour partir aux États-Unis, et elle a eu une opportunité de son côté. Quand j’en ai parlé avec Louis Vuitton, on s’est dit que c’était une super occasion pour moi d’aller découvrir le Retail et d’apporter le côté analytique, une vision un peu ingénieur justement dans le Retail. Donc j’ai commencé comme Operations Manager au magasin de Chicago. J’ai passé trois ans dans cette fonction.
Quand je suis arrivé, les produits que j’avais développés étaient en train d’arriver en magasin. Et je me rappelle, j’ai eu un client une fois qui a voulu que je signe une carte de visite pour la mettre dans son sac, parce que c’était un des sacs que j’avais participé à développer. Et pour lui, j’étais le Marc Jacobs du sac. Je lui ai dit non, je m’occupais juste de la partie développement du produit, transformer le rêve en réalité. Mais pour lui, c’était important. Il avait voulu que je signe sa carte.
Et ensuite, j’ai eu l’opportunité de prendre un magasin de Chicago en tant que Responsable Magasin, et vraiment d’avoir une vision Retail 360 pendant trois ans à nouveau. J’ai aussi fait une mission au Brésil. Donc, pour Louis Vuitton, j’ai travaillé dans trois pays différents. Et plus récemment, je suis revenu sur Paris et dans une fonction Siège.
Certainement le point dont je suis le plus fier, ça a été le poste que j’ai eu comme Responsable Magasin, qui m’a donné l’opportunité de développer mes équipes, de développer le business. On avait une très forte croissance, on a recruté énormément. Et vraiment, ça donne un sentiment de construire quelque chose de fort. Et moi-même de mon côté, ça m’a permis aussi de me développer, et j’ai trouvé cette expérience vraiment unique et très enrichissante.
Louis Vuitton, c’est une Maison dans laquelle, à partir du moment où on a l’envie, ils nous donneront les moyens de réussir et de faire en sorte que tout soit possible.

Guillaume, Retail Support Manager

Da Gestão ao treinamento de Retail

Da Gestão ao treinamento de Retail

Se você tiver um histórico de desempenho comprovado, vontade de aprender e se aperfeiçoar, basta levantar a mão. Levei a coisa a sério e pensei: “Acho que é comigo que ele está falando”.
***
Meu nome é Aaron.
Comecei minha carreira na Louis Vuitton em novembro de 2010 – ou seja, uma semana antes de “Thanksgiving”–, como gerente da loja no The Shops at the Bravern, em Seattle, Washington.
Era uma equipe pequena, éramos sete pessoas muito chegadas, e eu simplesmente adorei explorar o mundo da Louis Vuitton. É extraordinária a magia que você sente quando começa a trabalhar na empresa, mas tive a mesma sensação várias vezes durante esses três primeiros anos.
Em 2013, me lembro que, durante uma reunião num evento de vendas em São Francisco, um dos gerentes de loja fez uma pergunta sobre mobilidade. Senhor Burke respondeu: “Entendo o que você quer dizer. Algumas vezes você vai ter de se mudar para longe dos amigos, da família para crescer, se desenvolver. (…) Se você tiver um histórico de desempenho comprovado, vontade de aprender e se aperfeiçoar, basta levantar a mão”. Levei a coisa a sério e pensei: “Acho que é comigo que ele está falando”. Quando cheguei em casa, “levantei a mão”. Depois de conversar com várias pessoas e passar por entrevistas, fui para São Francisco trabalhar como gerente de equipe de artigos e acessórios de couro
Fiquei em São Francisco durante uns dois anos e tive uma oportunidade na área corporativa. Sempre soube que, como gerente de loja, temos de treinar e orientar as pessoas diariamente, mas pensei que seria interessante usar essa energia em período integral como gerente de aprendizado de vendas. Me candidatei para o cargo, fui aceito e me mudei para Los Angeles. Sempre brinco que, nesse ritmo, mudando cada vez mais para o sul, um dia vou acabar chegando ao México. Estou muito feliz em LA. Sou o gerente de aprendizado de vendas em LA para a Costa Oeste desde 2015.
As lojas são lugares tão vibrantes, dinâmicos, cheios de entusiasmo. Entender o negócio na linha de frente, em contato com os clientes e as equipes das lojas me deu uma melhor percepção do trabalho de gerente de aprendizado de vendas. O treinamento é pertinente? Vai funcionar? Que dimensão vai tomar?
Algumas vezes, tenho que corrigir ou reorientar o treinamento para que as pessoas possam reter o aprendizado.
O treinamento envolve muita magia. Você sente esse aumento de adrenalina, e depois tudo volta ao normal.
Adoro desenvolver potenciais através da facilitação, adoro o momento “Eureka” em que as pessoas percebem como avançar.
Aaron, Gerente Sênior de Aprendizado de Retail

If you have a track record of proven performance, if you’re hungry to learn and to improve, then you should raise your hand. I took that seriously and I thought “I think he’s talking to me”.
***
My name is Aaron.
I started my career at Louis Vuitton in November of 2010, so a week before Thanksgiving, as the store manager for the shops at the Bravern in Seattle, Washington.
It was a smaller intimate team, I was one of seven and really, really enjoyed delving into Louis Vuitton. It’s something the magic that you feel when you first start working there but I got to experience a lot in those first three years.
I remember we had a sales meeting in San Francisco in 2013, and we had a general session, and one of the store managers stood up and ask about mobility. Mr. Burke said, “I hear what you’re saying sometimes you will have to move away from your friends and your family to grow yourself and stretch yourself. (…) If you have a track record of proven performance, if you’re hungry to learn and to improve, then you should raise your hand.” I took that seriously and I thought “I think he’s talking to me”. I went home, and I raise my hand and through conversations and some interviewing I took a position in San Francisco as the team manager for leather goods and accessories.
I was in San Francisco for about two years, and then I had an opportunity to come to the corporate side. I always felt that as a store manager we train and we coach on the daily basis, but I thought it would be interesting to focus that energy full time as a retail learning manager, so I audition for the position and I got the job and I moved again to Los Angeles. I keep making jokes at this rate I’m going to – if I keep moving south I’m going to be in Mexico, I’m going to keep moving further down. I’m very happy in LA and so I’ve been the retail learning manager in base out of LA for the west coast since 2015.
The stores are such a vibrant fast fanatic places and to understand the business right there in the frontlines with our clients, with our store teams gave me tremendous insight when it comes to being a retail learning manager. Is the training relevant? Will this work? How will this scale?
Things happen, and sometimes I have to correct or pivot it different way to make sure that the learning is really happening.
There’s a lot of magic when it comes to training, there’s that sugar high that you get, and it will wear off.
I love unlocking potential through facilitation, I love it when the light bulbs go on and people see how they can go further with something.
Aaron, Senior Retail Learning Manager

De Consultor de Vendas a Gerente de Desenvolvimento de Clientela

De Consultor de Vendas a Gerente de Desenvolvimento de Clientela

O que mais gosto no trabalho na Louis Vuitton é que você desempenha seu papel interpretando sua própria personalidade.

***
Meu nome é Ian. Comecei minha carreira na Louis Vuitton em 2014, na loja de Charleston, Carolina do Sul.
Depois de trabalhar como consultor de vendas durante pouco mais de dois anos, recebi um convite formidável para integrar a equipe corporativa regional em Miami como coordenador de eventos interino para a região sudeste.
Me mudei para lá sem conhecer ninguém, sem família nem amigos na região. Mudar de cidade para trabalhar foi uma experiência assustadora, mas estou muito contente de ter aceitado. Tive muito apoio da minha loja e da equipe regional. Eles fizeram tudo para que eu me sentisse em casa.
Depois de uma semana em Miami, decidi que queria me mudar para lá. Eu e o RH discutimos sobre a mobilidade para Miami e fiquei muito contente de saber que havia vaga para um dos trabalhos dos meus sonhos com a abertura da nossa loja no Aventura Mall. Depois de discutir com outros profissionais de relações com a clientela da Louis Vuitton, me propuseram o cargo de líder de relações com a clientela em Miami. Trabalhei nessa função durante seis meses e fui promovido a gerente de relações com a clientela de relógios e alta joalheria. Estou no cargo desde janeiro de 2018.
Na minha opinião, você ganha muita experiência quando alterna os ambientes de vendas e corporativo. Você aprende muito sobre a outra face do mundo Louis Vuitton.
Um dos momentos mais marcantes na empresa foi minha viagem deste ano a Paris e Genebra para conhecer os ateliês de alta joalheria e alta relojoaria. Foi uma experiência excepcional. Nunca vou esquecer os bastidores, os ateliês e os encontros com os artesãos que fabricam as peças. Foi realmente um momento muito especial. A empresa e os artesãos são tão orgulhosos do trabalho que fazem que o encontro me fez levar um pouco daquela paixão para minha loja e compartilhar a experiência com minha equipe e meus clientes.

O que mais gosto no trabalho na Louis Vuitton é que você desempenha seu papel interpretando sua própria personalidade. Há tantas oportunidades para usar de criatividade no trabalho, não existe só um caminho para o sucesso, a Louis Vuitton dá realmente muita autonomia para você tentar coisas novas e mudar o status quo.

Ian, Gerente de Desenvolvimento de Clientela

The thing that I love about going to work at Louis Vuitton is that you can put your own personality into your role.

***
My first name is Ian. I started my career with Louis Vuitton in 2014 in the Charleston, South Carolina store.
After working as a client advisor for a little over two years, I was offered an amazing opportunity to join the regional corporate team based in Miami as the acting events coordinator for the southeast region.
I move to Miami not knowing anyone, having no family there, having no friends there, and it was a really scary moment in my life to move for a position, but I’m so, so happy that I did. I had such strong support system from my store, from my regional team that they really made me feel like I was at home.
I was in Miami for about one week before deciding I wanted to live there permanently. I worked with my HR team to discuss mobility to the Miami market, and I was really excited to discover that one of my dream jobs in client relations was opening our Aventura store. After meetings with other Louis Vuitton professionals in client relations I was offered the role of client relations leader in Miami. I worked in this role for six months before accepting a promotion to a manager role, managing client relations watches and fine jewelry. I’ve been in this role since January of 2018.
I think that you have a lot to gain from actually working in a retail environment and moving to a corporate environment back and forth. You get to learn so much about the other side of the Louis Vuitton world.
One of the most exciting things that happen to me at Louis Vuitton was taking a trip to Paris and Geneva this year to see our high jewelry and high watch making workshop. The experience is one that I will really treasure forever, and I’ll never forget getting a behind the scenes look at the workshops and meeting those who actually craft those pieces was really, really special. The company and those crafting those pieces are so proud of the work that they do and meeting them inspired me to take their passion home and share my experience with my team and my clients.

The thing that I love about going to work at Louis Vuitton is that you can put your own personality into your role. There are so much opportunity for you to be creative in your role, there’s not one way to get to success, you really have a lot of autonomy in Louis Vuitton to try out new things and break the status quo.

Ian, Client Development Manager

Rumo a novos horizontes

Uma Maison. No centro de um grande ecossistema do luxo. Mais de 60 países a explorar. Nos ateliês, nas lojas, nos armazéns… todos os universos permitem exportar seus talentos para o mundo inteiro.

De Hong Kong a Paris

De Hong Kong a Paris

3:36

“Se você tem um sonho, sabe o que quer, tem determinação, trabalha com afinco acho que também pode conseguir”.

***

Meu nome é Mary, e sou originária de Hong Kong. Entrei na Louis Vuitton no ano passado e trabalho no Grupo LVMH há quase onze anos.

Comecei minha carreira como estagiária de RH na matriz da LVMH Ásia, em Hong Kong, depois fui encarregada da formação na matriz hong-konguesa.

Depois de seis anos de trabalho, tive a oportunidade de integrar a divisão Relógios e Joalheria da LVMH e me encarregar das marcas de relógios e joalheria. Durante esse período, trabalhei principalmente com equipamentos de RH e formação.

Depois de trabalhar para a divisão de Relógios e Joalheria da LVMH, parei durante algum tempo e vim para a França para acompanhar meu marido, que é francês, e também aprender o francês de maneira intensiva. Estudei na Aliança Francesa de Paris durante quatro meses. Foi realmente intensivo. Eu tinha aulas de cinco a seis horas por dia. Depois dessa experiência, tive uma superoportunidade de trabalhar na Fred da Place Vendôme como Client advisor. Também ganhei experiência trabalhando na Rue de la Paix e no Panthéon. Nessas três lojas, pude realmente falar com nossos clientes, entender a cultura e a língua. Foi uma experiência muito rica.

Depois, aceitei uma transferência temporária para Hong Kong para trabalhar como responsável de formação.
Eu fazia a venda com a equipe, e minha experiência os inspirava. Fiquei tão feliz de poder transmitir meus conhecimentos e contar o que já tinha feito!

Foi então que me dei conta de que a formação era minha paixão. Adoro aprender e ajudar os outros, em vez de fazer algo individualmente. Há um ano, de volta a Paris, aceitei o cargo de responsável pela formação do Retail Internacional de Relógios e Joalheria.

É fantástico. Durante as sessões de formação tive a chance de conhecer pessoas de vários países: japoneses, chineses, hong-kongueses, ingleses, franceses, italianos, americanos – uma mistura cosmopolita. Eles são de culturas diferentes e têm personalidades muito distintas.
Eles vêm conversar comigo e me dizem, “É difícil imaginar como você consegue superar as dificuldades e a que ponto você pode ser determinada. Não consigo imaginar que você trabalhava como Client advisor e, de repente, foi trabalhar na matriz em Paris. E você é asiática!” Eu respondo simplesmente: “Se você tem um sonho, se você sabe o que quer, se tem determinação, se trabalha com afinco, acho que também pode conseguir”.

***

No que se refere à minha evolução profissional, no futuro, acho que vou continuar a buscar novos desafios no grupo LVMH ou na Louis Vuitton, por que é um grupo de luxo que admiro muito. Nós nos aperfeiçoamos permanentemente para ser o número um, e mantemos a liderança porque aspiramos ao melhor. Tenho orgulho de fazer parte do LVMH e da Louis Vuitton

Mary, Responsável Formação Retail Internacional Relógios e Joalheria, Objetos Conectados da Louis Vuitton

« Si vous avez un rêve, si vous savez ce que vous cherchez, si vous êtes déterminé, si vous travaillez dur, je pense que vous aussi vous pouvez y arriver. »

***

Je m’appelle Mary, je suis originaire de Hong Kong. Je suis arrivée chez Louis Vuitton l’an dernier et je travaille pour le Groupe LVMH depuis près de 11 ans.

J’ai débuté ma carrière en tant que stagiaire RH au siège de LVMH Asie à Hong Kong, puis je me suis occupée de la formation au siège hongkongais.

Après y avoir travaillé pendant six ans, j’ai eu l’opportunité de passer à la division Montres et Joaillerie de LVMH et de m’occuper des marques de montres et de joaillerie. Pendant cette période, ma fonction principale était les recrutements RH et la formation.

Après avoir travaillé pour la division Montres et Joaillerie de LVMH, j’ai quitté mon travail pendant un temps pour rejoindre mon mari – mon mari est français – pour le retrouver ici, et aussi pour apprendre le français de manière intensive. J’ai passé quatre mois à l’Alliance française à Paris pour apprendre le français. C’était très intense, les cours duraient quelque chose comme cinq ou six heures par jour. Après cette expérience, j’ai eu la très grande opportunité de travailler pour Fred, Place Vendôme, en tant que Client advisor. J’ai également acquis d’autres expériences en travaillant Rue de la Paix et au Printemps. Dans ces trois boutiques, je pouvais vraiment parler avec nos clients, comprendre la culture, la langue. C’était une opportunité très enrichissante.

Puis, j’ai accepté une mission temporaire à Hong Kong en tant que responsable de formation.
Je faisais de la vente avec l’équipe, je l’inspirais par mon expérience. J’étais si heureuse de pouvoir transmettre mes connaissances et de partager ce que j’avais fait.

Ensuite, je me suis rendue compte que la formation était ma passion. Apprendre est ma passion, aider les autres. Plutôt que de faire quelque chose individuellement. Je suis alors revenue à Paris et, il y a un an, j’ai accepté le poste de responsable de la formation Retail international pour les Montres et la Joaillerie.

J’ai eu la chance de rencontrer dans la même session de formation des personnes originaires de différents pays. Je peux avoir des Japonais, des Chinois, des Hongkongais, des Anglais, des Français, des Italiens, des Américains, un mélange cosmopolite. Ils sont issus de cultures différentes, ils ont des personnalités très différentes.
Ils viennent simplement me voir et me disent, « Je ne peux pas imaginer comment vous faites pour surmonter les difficultés, ni à quel point vous êtes déterminée. Je ne peux pas imaginer que vous puissiez travailler comme Client advisor et puis, tout d’un coup, vous allez au siège à Paris. Et vous êtes asiatique. » Je leur dis simplement : « Si vous avez un rêve, si vous savez ce que vous cherchez, si vous êtes déterminé, si vous travaillez dur, je pense que vous aussi vous pouvez y arriver. »

***

À l’avenir, en ce qui concerne mon évolution professionnelle, je pense que je vais continuer à chercher de nouveaux défis au sein du groupe LVMH ou de Louis Vuitton car c’est un groupe de luxe tellement passionnant. Nous nous améliorons en permanence pour être le numéro un et nous le restons car nous aspirons au meilleur. Je suis fière de faire partie de LVMH et de Louis Vuitton.

 

Mary, Responsable Formation Retail International Montres et Joaillerie, Objets Connectés chez Louis Vuitton

De Chengdu a Paris

De Chengdu a Paris

3:17

Minha trajetória reflete perfeitamente a essência da empresa Louis Vuitton. É uma jornada extraordinária que eu jamais teria imaginado.

***

Florent. Sou de nacionalidade chinesa.
Faz quase nove anos que trabalho na Louis Vuitton, e meu cargo atual é o sexto que ocupo. Eu aprendi muito durante esse período e continuo a evoluir com a empresa. Nunca me senti entediado.
Comecei a trabalhar na Louis Vuitton em Chengdu, cidade da região central da China, como Assistant Store Manager. Depois de Chengdu, me mudei para o norte da China, uma cidade chamada Dalian. Lá eu era encarregado de tudo o que se relacionava com artigos de couro numa loja maior. Após dois anos em Dalian, fui para Xangai assumir a gerência de uma loja que chamamos de “global store”. Essas lojas oferecem todos os produtos da Louis Vuitton, dos artigos de couro ao prêt-à-porter.
Depois desses cinco anos trabalhando em lojas, fui para a Matriz da China, encarregado de um projeto de special orders e produtos rígidos para toda a China durante um ano e meio.

Logo depois, solicitei a mobilidade. Via mais oportunidades de desenvolver o negócio no nível da Matriz. Ao mesmo tempo, abriu uma vaga no clienteling central para tudo o que diz respeito a private client relations, que se ocupa de todos os grandes clientes da Maison, desfiles, Cruise, eventos de alta joalheria, alta relojoaria, e eu pensei: “Este é um desafio para mim”. Por isso, quando me propuseram a vaga, aceitei. Estou em Paris desde então. Acho que já faz dois anos e meio.
Quando cheguei, tive de trabalhar com pessoas de todas as nacionalidades, clientes do mundo inteiro, e também com as equipes regionais.
Trabalhei durante mais ou menos um ano na equipe “Client & Development”, aqui em Pont Neuf. Aí me propuseram o cargo de Writer Marketing, com foco nos produtos de viagem exóticos e rígidos. Meu sonho era trabalhar nessa área, por isso aceitei imediatamente.

Minha trajetória reflete bem a essência da empresa Louis Vuitton. É uma jornada extraordinária que eu jamais teria imaginado no início. Tenho uma alma de viajante. Viajo muito mesmo. E até mesmo no meu cargo atual, continuo viajando bastante para me encontrar com as equipes, conhecer culturas e clientes diferentes. Minha jornada é realmente sensacional.

Florent, Head of Retail Marketing – Exotics and Hard Sided

Mon parcours, ça correspond vraiment au cœur de la société Louis Vuitton. C’est un voyage magique que je n’ai jamais pensé tout au début.

***

Florent. J’ai la nationalité chinoise.
Ça fait à peu près neuf ans que je travaille chez Louis Vuitton, et mon poste actuel, c’est le sixième poste que j’occupe. J’ai beaucoup évolué et j’évolue toujours avec la société, et je ne m’ennuie jamais.
J’ai commencé avec Louis Vuitton dans une ville au milieu de la Chine qui s’appelle Chengdu. J’étais Assistant Store Manager. Après Chengdu, j’étais au nord de la Chine, une ville qui s’appelle Dalian. Je m’occupais de tout ce qui est « leather goods », dans un plus gros magasin. Après deux ans à Dalian, je suis allé à Shanghai pour reprendre un magasin. On les appelle « global stores ». C’est des magasins qui ont toutes les offres de Louis Vuitton, de la maroquinerie jusqu’au prêt-à-porter.
Après ces cinq ans de vie en magasin, je rejoignais le Siège Chine pour prendre un projet de special orders et les rigides pour toute la Chine pendant un an et demi.

Par la suite, j’ai demandé la mobilité. Je vois plus d’opportunités de développer ce business au niveau Siège. En même temps, il y a un poste qui est ouvert, qui est clienteling central pour tout ce qui est private client relations, qui s’occupe de tous les grands clients de la Maison, tout ce qui est fashion show, les Cruise, les high jewellery, high watch events… Je me dis : « Ça, c’est un autre challenge pour moi. » Donc, j’ai accepté l’offre. Je suis à Paris depuis… je pense qu’il y a déjà deux ans et demi.
Quand j’arrive à Paris, je dois travailler avec toutes les nationalités, les clients viennent du monde entier et aussi je dois travailler avec les équipes de toutes les zones.
Donc, j’ai fait à peu près un an au sein de l’équipe « Client & Development », ici à Pont Neuf. Et ensuite, on m’a offert le poste de Writer Marketing focussé sur les rigides de produits exotiques et d’objets nomades. C’était mon rêve de travailler sur ce domaine, du coup, j’ai tout de suite dit oui.

Mon parcours, ça correspond vraiment au cœur de la société Louis Vuitton. C’est un voyage magique que je n’ai jamais pensé tout au début. J’ai un cœur nomade, je me déplace vraiment beaucoup. Et même avec ma fonction actuelle, je voyage beaucoup pour découvrir les différentes équipes, différentes cultures, clients, etc. C’est vraiment un voyage formidable.

Florent, Head of Retail Marketing – Exotics and Hard Sided

Jeremy

De Paris a Milão e a Nova York

4:54

Eu estava tranquilamente abrindo as caixas da mudança, quando recebi um telefonema: “Não desfaça as malas. Talvez você tenha de refazê-las rapidamente, porque surgiu uma oportunidade em Nova York. A vaga te interessa?”

***

Meu nome é Jeremy. Tenho 34 anos. Tenho uma formação de engenheiro e atualmente trabalho na supply chain. Estou na Louis Vuitton desde 2008. Na verdade, comecei um pouco antes, fazendo estágio em 2005, ou seja, é uma história que remonta a vários anos. Comecei na equipe de “Flow Management”, que faz a interface com os ateliês.
Na época, eu já tinha tido a oportunidade de trabalhar com prestadores de serviços na Itália. Eu viajava um pouco, o que era bastante inusitado para um estágio, além de ter de assumir certas responsabilidades bem consequentes. Isso me deu vontade de conhecer melhor a Louis Vuitton. Então assinei um contrato por tempo indeterminado em 2008 para ser Distribution Planer, que é encarregado do nível de estoque e do abastecimento das lojas.

Na época, eu trabalhava principalmente com a Itália e o Oriente Médio. Tive a sorte de fazer parte da aventura “Europa do Sul” e era membro da equipe que começou a aventura em Milão. Nem escritório nós tínhamos. Era uma equipe pequena, instalada em escritórios temporários. Com o tempo passamos de cinco a seis, dez, quinze, e chegamos a cinquenta pessoas. Era uma mistura que gerava uma energia incrível. Durante dois anos, vivi uma superexperiência.
No final da experiência na Europa do Sul, fui transferido para um projeto específico de implantação de um armazém em Dubai para abastecer todo o Oriente Médio. Essa também foi uma nova descoberta. Um pouco mais exótica que Milão. Acabei morando seis meses em Dubai.
Quando o armazém começou a operar, optei por voltar para Paris. Eu queria tentar algo diferente da supply chain. Tive vontade de conhecer a última etapa, depois de ter trabalhado um pouco nos ateliês e no abastecimento. Eu quis saber como eram as lojas. Comecei então como Sales Manager na Avenida Champs-Élysées. Não durou muito tempo, porque recebi uma proposta para trabalhar em Nova York logo depois. De novo na supply chain.
Eu me lembro muito bem: era uma quarta, uma quarta de folga, porque na época eu trabalhava na loja. Eu estava tranquilamente abrindo as caixas da mudança, quando recebi um telefonema: “Não desfaça as malas. Talvez você tenha de refazê-las rapidamente, porque surgiu uma oportunidade em Nova York. A vaga te interessa?” Claro que me interessava! Estava contente com o trabalho na loja da Avenida Champs-Élysées, mas Nova York era ainda mais interessante. Então, alguns meses depois, refiz as malas e fui para Nova York.

Era encarregado de toda a supply chain de artigos de couro e acessórios, uma parte de previsão de vendas e outra de distribuição. Outra novidade foi a parte de gestão, com a criação de uma equipe em NY. Mais uma vez, havia as diferenças culturais, coisa que me surpreendeu um pouco. Eu já esperava que Dubai fosse bem diferente. Nova York, nem tanto. Temos a impressão de que já conhecemos a cidade porque a vemos todo o tempo na TV e no cinema. Mas, na verdade, a cultura americana é muito diferente da cultura latina, francesa. Por isso, tive muito que aprender também. Adorei essa experiência. Cinco anos ao todo, nem vi o tempo passar. Há um ano e meio voltei novamente para Paris e trabalho na supply chain central. Sou encarregado da distribuição.
Para mim, a mobilidade é uma mistura de vários ingredientes: primeiro, é preciso ter uma predisposição a aceitar esse tipo de proposta, inclusive do ponto de vista da logística; você deve estar aberto à ideia de que, em dois ou três meses, vai estar do outro lado do mundo. Acima de tudo, é preciso querer realmente e ser curioso, estar no bom estado de espírito. Além disso, é preciso que as oportunidades estejam diante de você. São as equipes de RH e de gestão que fazem com que os candidatos se encontrem diante das oportunidades. No meu caso, foi assim que aconteceu. Não foi algo planejado com antecedência. Foram oportunidades que surgiram e que eu aproveitei assim que me foram apresentadas.

Jeremy, Demand Sizing & Distribution Manager

J’étais tranquillement en train d’ouvrir les cartons. Je reçois un coup de fil et on me dit : « Ne range pas tout de suite tes cartons, tu auras peut-être besoin de les refaire rapidement parce qu’il y a une opportunité à New York. Est-ce que ça t’intéresse ? »

***

Je m’appelle Jeremy. J’ai 34 ans. Je suis ingénieur de formation et je travaille aujourd’hui en supply chain. Je suis chez Louis Vuitton depuis 2008. En fait, j’ai commencé même un peu avant ça, en stage en 2005, donc, une histoire qui remonte à très longtemps. Et je suis rentré au sein de l’équipe « Flow Management », c’est l’interface avec les ateliers.
Déjà à l’époque, j’avais l’occasion de travailler avec des sous-traitants en Italie. Il y avait un peu de voyages, ce qui était assez inattendu pour un stage, avec des responsabilités assez importantes. Ça m’a vraiment donné envie d’en savoir plus sur Louis Vuitton. C’est comme ça que je suis rentré en CDI début 2008 au poste de Distribution Planer, donc en charge du niveau du stock et de l’approvisionnement des magasins.

Je m’occupais à l’époque de l’Italie et du Moyen-Orient principalement. J’ai eu la chance de faire partie de l’aventure Europe du Sud, et j’ai fait partie de l’équipe qui a commencé l’aventure à Milan. On n’avait même pas encore de bureau. On avait une petite équipe dans des bureaux temporaires. Et puis après, on est passés de cinq, six, dix, quinze… On est montés à cinquante personnes… Ça faisait un mélange avec une énergie incroyable. C’est vraiment pendant deux ans une super expérience.
Sur la fin de cette expérience en Europe du Sud, j’étais détaché sur un projet spécifique d’implantation d’un entrepôt à Dubai pour approvisionner tout le Moyen-Orient. Donc ça aussi, une nouvelle découverte. Un peu plus dépaysant que Milan. Du coup, j’ai passé six mois à Dubai.
Une fois que l’entrepôt avait été lancé, j’avais choisi de rentrer à Paris. Je voulais essayer autre chose que la supply chain. J’avais envie de voir le dernier maillon après avoir vu un peu les ateliers, un peu tout l’approvisionnement. Je voulais voir comment ça se passait en magasin. Et donc, j’ai commencé en Sales Manager aux Champs-Élysées. Et ça n’a pas duré très longtemps parce qu’on m’a proposé une opportunité à New York juste après, à nouveau en supply chain.
Je me souviens très bien, c’était un mercredi, un mercredi off puisque je travaillais en magasin à l’époque. J’étais tranquillement en train d’ouvrir les cartons. Je reçois un coup de fil et on me dit : « Ne range pas tout de suite tes cartons, tu auras peut-être besoin de les refaire rapidement parce qu’il y a une opportunité à New York. Est-ce que ça t’intéresse ? » Évidemment, ça m’intéressait. J’étais ravi de ce que je faisais aux Champs-Élysées en magasin, mais l’appel de New York était encore plus fort. Du coup, j’ai refait mes cartons et on est partis quelques mois plus tard pour New York.

J’étais en charge de toute la supply chain maroquinerie et accessoires, une partie prévision de vente et une partie distribution. Une partie qui était nouvelle aussi, c’était la partie management, avec une équipe à construire là-bas. Encore une fois, des cultures différentes, ce à quoi je m’attendais peu. Je m’attendais à Dubai que ce soit très différent. New York, je ne sais pas. On a l’impression qu’on connaît parce qu’on le voit tous les jours à la télé, dans tous les films. Mais en fait, la culture américaine est très différente de la culture latine, française. Du coup, pas mal à apprendre aussi là-dessus. J’ai adoré cette expérience, cinq ans en tout. Je n’ai pas vu le temps passer. Et depuis un an et demi, je suis rentré à nouveau à Paris en supply chain central. Je suis en charge de la distribution.
Je pense que la mobilité, c’est un mélange de plusieurs ingrédients : à la fois une prédisposition, il faut pouvoir le faire, même juste logistiquement ; il faut être prêt à se dire que dans deux mois ou trois mois, on est à l’autre bout du monde. Il faut surtout avoir envie et être curieux, avoir le bon état d’esprit. Et derrière, il faut aussi… que les opportunités soient là en face. C’est à la fois les équipes RH, les équipes managériales qui font en sorte qu’on mette les candidats en face des opportunités, et en tout cas, pour moi, c’est comme ça que ça s’est passé. Ce n’est pas quelque chose qui a été calculé dès le début. C’est plus des opportunités qui se sont présentées et que j’ai saisies au moment où elles sont arrivées.

Jeremy, Demand Sizing & Distribution Manager

Da França a Portugal

Da França a Portugal

3:57

Sempre abrimos novas portas, mas se fazemos isso é porque soubemos abrir as portas que precederam.

***

Meu nome é Simon, tenho 41 anos, sou engenheiro de formação e estudei na França, na cidade de Lille. Tenho quase vinte anos de carreira e faz onze anos que trabalho na Maison Louis Vuitton.

Comecei como Responsável de Logística nos Ateliês do Sudeste, nas regiões de Drôme e Ardèche, em seguida passei a Chefe de Fabricação, Responsável de Produção no Ateliê de Ardèche.

A transição para um cargo de fabricação foi bastante natural em razão da minha formação e meu gosto pela gestão. O fato de ter lidado com desafios comerciais como Responsável de Logística me fortaleceu ainda mais para acompanhar as mudanças das competências técnicas e da organização do ateliê. Entender todas essas questões quando realizamos colaborações excepcionais com artistas como Stephen Sprouse ou Richard Prince, nos ajuda a tomar consciência de que a rapidez é essencial, que os clientes querem os produtos rapidamente, além disso, aumenta nossa credibilidade junto aos artesãos nos ateliês.

Depois disso, pude avançar ainda mais na carreira e ir para Portugal fazer um trabalho relativamente semelhante ao que conhecia, mas num ambiente bem diferente, porque se tratava de criar novas instalações e desenvolver seu crescimento.

Foi uma oportunidade que surgiu, não foi algo planejado. A partir daí, é o gosto pelo desafio, a vontade de tentar abrir novas portas e protagonizar sua carreira, sua jornada. Foi assim que as coisas aconteceram no meu caso.

Em Portugal, encontrei um ambiente completamente novo, mas para mim estava bem claro qual era o DNA da Maison, o que devia ser introduzido, o que devia ser transmitido, o gosto pelo produto, a atenção aos detalhes. O mais formidável foi que as equipes de Portugal tinham uma atitude muito receptiva em relação à Louis Vuitton e demonstravam multa curiosidade e muito curiosa em relação ao trabalho.

Eu não conhecia absolutamente nada sobre Portugal. Coloquei os pés no país pela primeira vez quando fui convidado a trabalhar lá. Aprendi a língua quando cheguei, e foi muito enriquecedor aprender um novo idioma, compreender como as pessoas se expressam.
Na verdade, entendemos muitas coisas quando estamos em imersão numa cultura diferente, embora haja algumas semelhanças, porque Portugal também é um país europeu. No meu trabalho atual de gestor, isso é muito útil. Trabalho com fornecedores da Itália e de outros países da Europa, e sei que as referências deles são diferentes das nossas.

Integrei as equipes da Matriz, aqui em Pont Neuf, no ano passado, e sou encarregado de um polo de materiais. Desta vez, devo gerir cerca de vinte pessoas de várias áreas diferentes. A gestão da equipe é diferente da que eu conhecia.

O que é certo é que o fato de ter tido essa oportunidade de trabalhar em Portugal foi um acelerador para compreender e saber me adaptar. Adaptar a maneira de funcionar, porque é isso que faz a diferença no final: poder se apoiar nas forças dos colaboradores em vez de contar somente com sua própria força de vontade.

Simon, Metal Components Activity Manager

On pousse à chaque fois des nouvelles portes mais on arrive à pousser ces nouvelles portes parce qu’on a su ouvrir les portes précédentes.

***

Je m’appelle Simon, j’ai 41 ans, je suis ingénieur de formation, j’ai fait mes études en France, à Lille. J’ai un parcours presque d’une vingtaine d’années maintenant, et ça fait onze années que je suis dans la Maison Louis Vuitton.

J’ai commencé comme Responsable Logistique sur les Ateliers du Sud-Est, dans la Drôme et l’Ardèche avant d’évoluer vers des responsabilités de Chef de Fabrication, de Responsable de Production sur l’Atelier de l’Ardèche.

L’évolution vers le poste de fabrication était assez naturelle en fonction de ma formation, et puis de mon goût pour le management, et c’est vrai que d’avoir vu ces enjeux business au travers du poste de Responsable Logistique, c’était une vraie force pour pouvoir accompagner les changements sur les savoir-faire et sur l’organisation au sein de l’atelier. Et le fait de comprendre tous ces enjeux quand on a des collaborations très exceptionnelles avec des artistes comme Stephen Sprouse, comme Richard Prince, on prend conscience qu’on doit aller vite, que les clients ont envie d’avoir le produit rapidement, et on a une légitimité assez forte vis-à-vis des maroquiniers, des artisans.

Ensuite, j’ai eu la possibilité d’évoluer et d’aller au Portugal sur un métier relativement similaire à celui que je connaissais, mais dans un environnement très différent puisque dans le cadre d’une création de site et d’un développement de la croissance de ce site.

C’est une opportunité qui s’est présentée, ce n’était pas forcément quelque chose d’écrit d’avance. Après, c’est le goût du challenge, c’est le goût d’aller pousser aussi des nouvelles portes et puis d’écrire un parcours, un voyage, et ça s’est fait comme ça pour moi.

Je suis arrivé au Portugal dans un environnement complètement nouveau, mais en étant vraiment très au clair sur l’ADN de la Maison, qu’est-ce qu’il fallait y apporter, qu’est-ce qu’il fallait transmettre, le goût du produit, le sens du détail, et c’est ça qui était formidable, c’est que les nouvelles équipes au Portugal étaient très réceptives sur Louis Vuitton, c’est quoi, c’est qui, comment on travaille.

Moi, je ne savais rien du Portugal, j’ai mis la première fois les pieds au Portugal quand on m’a proposé d’y travailler, j’ai appris la langue sur place, ça a été aussi une richesse d’apprendre une nouvelle langue, de comprendre comment on exprime les choses.
Finalement, on comprend beaucoup de choses en étant immergé dans une culture qui est différente, même s’il y a peut-être des points communs parce qu’on reste dans un pays européen. Et dans mon management aujourd’hui, ça m’aide beaucoup, je travaille avec des fournisseurs qui sont pour certains en Italie, pour d’autres dans d’autres pays d’Europe, et je sais que leur référentiel est différent du nôtre.

J’ai rejoint les équipes du Siège ici au Pont Neuf depuis l’année dernière où je m’occupe d’un pôle matière et j’encadre une petite vingtaine de personnes sur, cette fois-ci, plusieurs métiers. Il y a une vision du management de l’équipe qui est différente que celle que j’avais pu expérimenter par le passé.

Ce qui est sûr, c’est que de pouvoir avoir cette opportunité d’avoir travaillé au Portugal, c’est un accélérateur pour comprendre et savoir s’adapter, adapter son mode de fonctionnement, parce que c’est ce qui fait la différence à la fin, c’est de pouvoir s’appuyer sur les forces des uns et des autres plutôt que sur uniquement sa propre volonté.

Simon, Metal Components Activity Manager

De Londres a Tóquio

De Londres a Tóquio

4:48

É difícil imaginar que já faz quase quinze anos que estou na Maison. Nunca considero que algo seja impossível.

***

Meu nome é Mayuko. Atualmente sou vice-presidente de Merchandising e de Merchandising visual. Ou seja, sou responsável por dois departamentos: no merchandising, tudo começa logo na primeira fase do ciclo de vida dos produtos, quando nós os conhecemos no showroom de Paris. Em seguida, selecionamos o que é mais adaptado para o Japão em termos de oferta de produtos e estratégias. Naturalmente, recebemos uma orientação geral e as metas estabelecidas pela marca, mas depois tentamos filtrar e deixar tudo decantar para avaliar o impacto na nossa região. Depois da seleção e da compra dos produtos em Paris, voltamos para o Japão onde trabalhamos também com a equipe de Merchandising visual para organizar a ambientação da loja.

Comecei minha carreira em 2003, na loja da New Bond Street, em Londres.
Tive a sorte imensa de trabalhar em várias equipes: Relojoaria e Joalheria, Merchandising visual, Serviço pós-venda e Artigos de couro. Foi um desafio extremamente gratificante que realmente serviu de base para a minha carreira na Louis Vuitton.

Minha trajetória foi bastante fluida, mas muita rica e extremamente diversificada. Depois de passar cerca de seis meses na loja da New Bond Street, integrei a sede de Londres, onde fui encarregada do Reino Unido, da Escandinávia e da Irlanda, pelo gerente regional de Merchandising de produtos. Um ano depois, fui trabalhar na matriz em Paris e na Região Europa, onde pude acumular várias experiências diferentes: primeiro, na equipe de Prêt-à-porter, depois, na equipe de Acessórios, onde desenvolvemos o Merchandising e os Acessórios, que não existiam até então, em seguida trabalhei com os Artigos de couro. Foi nessa época que comecei a refletir sobre o fato de que era japonesa e nunca tinha morado no Japão. Por razões pessoais, eu quis voltar a viver mais perto da minha família.
O mais incrível é que o grupo LVMH e a Louis Vuitton oferecem oportunidades fabulosas de mobilidade. Foi assim que fui trabalhar na Louis Vuitton Japão como gerente de Merchandising de Artigos de couro.
Em seguida, tive a oportunidade de trabalhar em outra empresa do Grupo, e dessa vez foi na FENDI de Hong Kong. Um ano depois, fui contratada por uma marca que não faz parte do grupo LVMH e voltei para Tóquio.

Há dois anos e meio, tive a oportunidade formidável de me tornar vice-presidente de Merchandising no Japão, cargo que aceitei com grande prazer, porque me permite explorar todas as experiências que acumulei ao longo dos anos nas diversas categorias de produtos. Foi por isso que voltei para a Louis Vuitton de Tóquio.

O mais interessante na Louis Vuitton é que tudo é muito dinâmico. É difícil imaginar que já faz quase quinze anos que estou na Maison. Sem dúvida, isso se deve às várias mudanças e a todas as coisas diferentes que fazemos, já que sempre temos novos desafios pela frente. Na verdade a gente está sempre em ação.
Nunca considero que algo seja impossível, porque há sempre uma maneira diferente de ver as coisas. Não existe um plano de carreira definido dizendo que, uma vez contratado pela Maison, você precisa começar no ponto A e passar pelos cargos B, C e D. Na verdade, tudo depende de como as coisas evoluem. É isso que determina a sua trajetória.

Naturalmente, quando você passa mais de dez anos numa empresa, trabalha em estreita colaboração com os colegas. Nos showrooms de Paris, por exemplo, durante as seções de compras, muitas vezes nós ficamos juntos das 8 horas da manhã até meia-noite. É extenuante, tanto mental como fisicamente. E quando chega a hora de ir embora e se despedir, você percebe que não só teceu relações profissionais sólidas, mas também fez verdadeiras amizades, relações de confiança e contatos, inclusive com pessoas que não fazem parte da Louis Vuitton nem do Merchandising.

Mayuko, vice-presidente de Merchandising, Louis Vuitton Japão

Je n’ai jamais l’impression d’être dans cette Maison depuis près de quinze ans. Il ne m’arrive jamais de penser « c’est impossible ».

***

Je m’appelle Mayuko. Je suis actuellement vice-présidente du Merchandising et du Merchandising visuel. Autrement dit, je m’occupe de deux départements : Pour le merchandising, tout commence dès la première phase du cycle de vie des produits. Nous les découvrons dans le showroom de Paris, puis nous travaillons sur ce qui fonctionne le mieux pour le Japon en termes d’offre de produits et de stratégies. Bien sûr, nous recevons l’orientation générale et les objectifs poursuivis par la marque, mais nous essayons ensuite de filtrer et de digérer les choses afin de savoir ce que ça implique pour notre zone. Enfin, après les achats et les assortiments faits à Paris, nous rentrons au Japon où nous collaborons également avec l’équipe du Merchandising visuel pour travailler sur le déploiement en boutique.

J’ai débuté ma carrière en 2003 dans le magasin de New Bond Street à Londres.
J’ai eu l’immense chance de travailler au sein de plusieurs équipes : Horlogerie et Joaillerie, Merchandising visuel, service après-vente et articles de maroquinerie. C’était un défi extrêmement gratifiant qui a réellement servi de base à ma carrière chez Louis Vuitton.

Mon parcours a été très fluide, mais riche et vraiment diversifié. Après avoir passé environ six mois dans le magasin de New Bond Street, j’ai rejoint le siège social de Londres, où je m’occupais du Royaume-Uni, de la Scandinavie et de l’Irlande pour le responsable régional du Merchandising produit. Au bout d’un an, je suis partie travailler au siège de Paris et dans la zone Europe où j’ai accumulé de nombreuses expériences différentes : d’abord au sein de l’équipe Prêt-à-porter, puis de l’équipe Accessoires, où nous avons développé du Merchandising et des accessoires qui n’existaient pas encore, puis je suis passée aux articles de maroquinerie. C’est aussi à cette époque que j’ai commencé à réfléchir au fait que j’étais une Japonaise qui n’avait encore jamais vécu au Japon. Pour des raisons personnelles, j’avais envie de me rapprocher de ma famille.

Le plus incroyable, c’est évidemment que LVMH et Louis Vuitton offrent de fabuleuses opportunités de mobilité. C’est ainsi que j’ai pu rejoindre Louis Vuitton Japon en tant que responsable du Merchandising maroquinerie.
Ensuite, j’ai eu la possibilité de continuer à travailler au sein du Groupe, mais cette fois pour FENDI à Hong Kong. Puis je suis revenue à Tokyo un an après pour rejoindre une marque extérieure à LVMH.

Il y a deux ans et demi, j’ai eu la formidable opportunité de devenir vice-présidente du Merchandising au Japon, un poste que j’ai accepté avec joie, car il me permet réellement d’exploiter toutes les expériences que j’ai accumulées jusqu’alors dans toutes les catégories de produits. Voilà comment je suis revenue chez Louis Vuitton à Tokyo.

Ce qu’il y a d’excitant pour moi chez Louis Vuitton, c’est que les choses ne s’arrêtent jamais. Je n’ai jamais l’impression d’être dans cette Maison depuis près de quinze ans. C’est sans doute à cause des nombreux changements qui s’opèrent et de toutes les choses différentes que nous faisons, car il y a toujours de nouveaux défis à relever. En fait, on ne s’arrête jamais.

Il ne m’arrive jamais de penser « c’est impossible », parce qu’il y a toujours une façon différente de voir les choses. Il n’y a pas de plan de carrière défini selon lequel une fois que vous avez rejoint la Maison, il faudrait démarrer au point A avant de gravir les échelons B, C et D. En fait, tout dépend de ce qui ce qui arrive ensuite : c’est ce qui détermine votre parcours de carrière.

Évidemment, quand on passe plus de dix ans dans une entreprise, on travaille en étroite collaboration. Dans les showrooms de Paris, par exemple pendant les séances d’achat, il nous arrive d’être ensemble de 8 heures du matin à minuit. C’est épuisant mentalement et physiquement. Et quand il faut repartir et se dire au revoir, vous avez non seulement tissé de solides relations professionnelles, mais aussi de vraies amitiés : beaucoup de confiance et de contacts, même avec des gens extérieurs à Louis Vuitton et au Merchandising.

Mayuko, vice-présidente du Merchandising, Louis Vuitton Japon

Rumo a outras Maisons

A Louis Vuitton é uma Maison icônica do grupo LVMH, líder mundial do luxo que opera simultaneamente nos setores dos Vinhos e Destilados, Moda e Marroquinaria, Perfumes e Cosméticos, Relógios e Joalheria e Distribuição seletiva – com 70 Maisons excepcionais formando um campo de expressão inigualável para todos os que têm gosto pelo desafio.

Para mais informações sobre o grupo LVMH: www.lvmh.com

Da Maison Veuve-Clicquot</br>a Louis Vuitton>

Da Maison Veuve-Clicquot
a Louis Vuitton

3:45

O Grupo oferece reais possibilidades de se viver várias vidas profissionais, atuar em áreas distintas, ter experiências diversas em diferentes Maisons. Você pode muito bem começar no setor de vinhos e destilados e chegar, como é o meu caso, ao universo da moda na Louis Vuitton.

***

Meu nome é Sara, tenho 31 anos e, atualmente, sou Responsável de Recursos Humanos na Matriz da Maison Louis Vuitton.

Nasci na região de Seine-Saint-Denis, periferia de Paris, e tive dúvidas se teria a possibilidade de trabalhar em um grupo como este. Pensei duas vezes até na hora de mandar meu CV. Mas acabei por me convencer de que não devia me autocensurar, e que, ao contrário, devia me candidatar, porque não corria risco algum se tentasse. Foi assim que a história começou.
Na sequência, outra razão de orgulho é ter trabalhado no exterior, exercido minha profissão falando outra língua no dia a dia, ter morado em outro país, embora não tivesse realmente uma grande aptidão para línguas estrangeiras nem ter viajado muito para o exterior. Superar esse desafio foi algo muito importante para mim.

Faz quase oito anos que trabalho no grupo LVMH. Entrei na Maison Veuve Clicquot em setembro de 2010 como Encarregada de Recrutamento. Alguns meses depois, tive a oportunidade de passar a Responsável do Desenvolvimento dos Recursos Humanos da Maison Veuve Clicquot e da Maison Krug.

Em seguida, quis muito trabalhar no exterior e experimentar outra maneira de atuar com recursos humanos, ter perspectivas diferentes, outros pontos de vista, e tive a oportunidade de integrar a Moët Hennessy. Lá eu era Responsável de Recursos Humanos e tinha um raio de ação muito vasto.
Depois de quase três anos de experiência na Moët Hennessy Reino Unido, em Londres, eu quis conhecer novos horizontes, daí minha vinda para a Maison Louis Vuitton no cargo de Responsável de RH em Paris.

A principal razão de trabalhar na Maison Louis Vuitton era descobrir um universo completamente diferente, uma indústria nova, novas áreas de atividade. Eu queria me fixar novos desafios. Eu poderia ter optado por outra empresa, mas integrar a Maison Louis Vuitton para mim parecia algo evidente, porque despertava minha curiosidade. Ela impressiona muito, e eu quis descobrir o que havia por trás dessa imagem de excelência e de sucesso, desse modelo, conhecer os bastidores. Mais particularmente, enquanto RH, também desejava saber quem protagonizava esse sucesso no dia a dia. E, por fim, participar desse sucesso agregando o valor da minha própria profissão.

Quando você passa de uma Maison a outra o desafio repousa no fato de que as culturas das empresas são diferentes, os estilos de gestão variam, isso porque o Grupo dá muita autonomia aos presidentes de Maison, que têm a liberdade de expressar seu estilo e deixar sua própria marca. Para mim, o mais interessante é que esse aspecto acabou por me dar uma “agilidade cultural” cada vez maior ao longo das diferentes experiências. E ainda não acabou! Tenho muitas outras aventuras pela frente e muito que aprender do ponto de vista do conhecimento das atividades, das organizações e das culturas do Grupo.

Sara, Human Resources Manager

Le Groupe permet réellement d’avoir plusieurs vies dans une vie, de vivre des métiers différents, des expériences différentes, des Maisons différentes, et on peut tout à fait commencer dans un secteur d’activité des vins et spiritueux, et arriver comme aujourd’hui au sein de l’univers de la mode chez Louis Vuitton.

***

Je m’appelle Sara, j’ai 31 ans et je suis actuellement Responsable des Ressources Humaines au Siège de la Maison Louis Vuitton.

Je suis née en Seine-Saint-Denis et je me demandais dans quelle mesure je pouvais avoir accès à un groupe comme celui-ci. J’avais hésité même à envoyer mon CV. Là, je me suis dit qu’il ne fallait pas que je m’autocensure et qu’il fallait au contraire que je postule et que je ne prenais finalement aucun risque à essayer, et c’est comme ça que l’histoire a commencé.
Et ensuite, ma deuxième grande fierté, c’est d’avoir évolué à l’international, d’avoir fait mon métier dans une langue différente au quotidien, d’avoir vécu dans un pays différent alors même que, là aussi, je n’avais pas nécessairement cette habileté à parler une langue étrangère, je n’étais pas nécessairement beaucoup partie, et relever ce défi était très important pour moi.

Ça fait près de huit ans que j’évolue au sein du groupe LVMH. J’ai intégré la Maison Veuve Clicquot en septembre 2010 en tant que Chargée de Recrutement et, quelques mois après mon arrivée, j’ai eu la chance d’évoluer à un poste de Responsable du Développement des Ressources Humaines pour la Maison Veuve Clicquot et la Maison Krug.

Ensuite, j’étais avide de partir à l’international et de vivre une autre façon de faire des ressources humaines, d’avoir d’autres perspectives, d’autres angles de vue, et j’ai eu la chance de rejoindre Moët Hennessy, et j’étais là-bas Responsable des Ressources Humaines pour la filiale et j’avais un scope très généraliste en ressources humaines.
Enfin, au terme de près de trois ans d’expérience au sein de Moët Hennessy UK basée à Londres, j’ai souhaité découvrir de nouveaux horizons, d’où mon arrivée au sein de la Maison Louis Vuitton en tant que Responsable RH basée à Paris.

La raison pour laquelle j’ai rejoint la Maison Louis Vuitton est qu’en premier lieu justement, je voulais découvrir un tout nouvel univers, une nouvelle industrie, des nouveaux métiers, me challenger de ce point de vue-là. Ensuite, j’aurais pu faire un autre choix, mais pour moi, rejoindre la Maison Louis Vuitton, c’était une évidence dans la mesure où c’est une Maison qui suscitait ma curiosité, elle est très impressionnante et j’avais envie de découvrir ce qu’il y avait derrière cette image d’excellence, de réussite, derrière ce modèle, et de comprendre ce qu’il y avait dans les coulisses, et aussi, en particulier, en tant que RH, de voir qui étaient les acteurs de cette réussite au quotidien. Et enfin, de prendre moi-même part à cette réussite en apportant de la valeur ajoutée dans mon métier.

Le challenge, quand on évolue d’une Maison à une autre, c’est que les cultures d’entreprise sont différentes, les styles de management sont différents, parce que le Groupe laisse aussi beaucoup d’autonomie aux présidents de Maison pour exprimer leur style et leur signature. En cela, ce qui a été passionnant, c’est que ça m’a donné, je pense, au gré de ces expériences, de plus en plus d’agilité culturelle. Ce n’est pas terminé, il y a encore d’autres aventures à vivre et encore beaucoup à apprendre du point de vue de la connaissance des métiers, des organisations et des cultures.

Sara, Human Resources Manager