A experiência Louis Vuitton

A mobilidade a seu alcance

Mudar de responsabilidades, de país, de profissão e até mesmo de Maison. Na Louis Vuitton, que faz parte do ecossistema LVMH contando 70 Maisons de luxo, tudo é possível, se você souber se preparar e aproveitar as oportunidades. Saiba como.

Rumo a uma nova profissão

O Monograma da Louis Vuitton dá acesso a uma variedade de profissões inimagináveis e nove universos a explorar. Cabe a você provar que está pronto(a) para enfrentar o desafio.

Da Gestão ao treinamento de Retail

Se você tiver um histórico de desempenho comprovado, vontade de aprender e se aperfeiçoar, basta levantar a mão. Levei a coisa a sério e pensei: “Acho que é comigo que ele está falando”.  


***
Meu nome é Aaron.
Comecei minha carreira na Louis Vuitton em novembro de 2010 – ou seja, uma semana antes de “Thanksgiving”–, como gerente da loja no The Shops at the Bravern, em Seattle, Washington.
Era uma equipe pequena, éramos sete pessoas muito chegadas, e eu simplesmente adorei explorar o mundo da Louis Vuitton. É extraordinária a magia que você sente quando começa a trabalhar na empresa, mas tive a mesma sensação várias vezes durante esses três primeiros anos.
Em 2013, me lembro que, durante uma reunião num evento de vendas em São Francisco, um dos gerentes de loja fez uma pergunta sobre mobilidade. Senhor Burke respondeu: “Entendo o que você quer dizer. Algumas vezes você vai ter de se mudar para longe dos amigos, da família para crescer, se desenvolver. (…) Se você tiver um histórico de desempenho comprovado, vontade de aprender e se aperfeiçoar, basta levantar a mão”.  Levei a coisa a sério e pensei: “Acho que é comigo que ele está falando”. Quando cheguei em casa, “levantei a mão”. Depois de conversar com várias pessoas e passar por entrevistas, fui para São Francisco trabalhar como gerente de equipe de artigos e acessórios de couro
Fiquei em São Francisco durante uns dois anos e tive uma oportunidade na área corporativa. Sempre soube que, como gerente de loja, temos de treinar e orientar as pessoas diariamente, mas pensei que seria interessante usar essa energia em período integral como gerente de aprendizado de vendas. Me candidatei para o cargo, fui aceito e me mudei para Los Angeles. Sempre brinco que, nesse ritmo, mudando cada vez mais para o sul, um dia vou acabar chegando ao México. Estou muito feliz em LA. Sou o gerente de aprendizado de vendas em LA para a Costa Oeste desde 2015.
As lojas são lugares tão vibrantes, dinâmicos, cheios de entusiasmo. Entender o negócio na linha de frente, em contato com os clientes e as equipes das lojas me deu uma melhor percepção do trabalho de gerente de aprendizado de vendas. O treinamento é pertinente? Vai funcionar?  Que dimensão vai tomar?  
Algumas vezes, tenho que corrigir ou reorientar o treinamento para que as pessoas possam reter o aprendizado.
O treinamento envolve muita magia. Você sente esse aumento de adrenalina, e depois tudo volta ao normal.
Adoro desenvolver potenciais através da facilitação, adoro o momento “Eureka” em que as pessoas percebem como avançar.


Aaron, Gerente Sênior de Aprendizado de Retail

Se você tiver um histórico de desempenho comprovado, vontade de aprender e se aperfeiçoar, basta levantar a mão. Levei a coisa a sério e pensei: “Acho que é comigo que ele está falando”.  


***
Meu nome é Aaron.
Comecei minha carreira na Louis Vuitton em novembro de 2010 – ou seja, uma semana antes de “Thanksgiving”–, como gerente da loja no The Shops at the Bravern, em Seattle, Washington.
Era uma equipe pequena, éramos sete pessoas muito chegadas, e eu simplesmente adorei explorar o mundo da Louis Vuitton. É extraordinária a magia que você sente quando começa a trabalhar na empresa, mas tive a mesma sensação várias vezes durante esses três primeiros anos.
Em 2013, me lembro que, durante uma reunião num evento de vendas em São Francisco, um dos gerentes de loja fez uma pergunta sobre mobilidade. Senhor Burke respondeu: “Entendo o que você quer dizer. Algumas vezes você vai ter de se mudar para longe dos amigos, da família para crescer, se desenvolver. (…) Se você tiver um histórico de desempenho comprovado, vontade de aprender e se aperfeiçoar, basta levantar a mão”.  Levei a coisa a sério e pensei: “Acho que é comigo que ele está falando”. Quando cheguei em casa, “levantei a mão”. Depois de conversar com várias pessoas e passar por entrevistas, fui para São Francisco trabalhar como gerente de equipe de artigos e acessórios de couro
Fiquei em São Francisco durante uns dois anos e tive uma oportunidade na área corporativa. Sempre soube que, como gerente de loja, temos de treinar e orientar as pessoas diariamente, mas pensei que seria interessante usar essa energia em período integral como gerente de aprendizado de vendas. Me candidatei para o cargo, fui aceito e me mudei para Los Angeles. Sempre brinco que, nesse ritmo, mudando cada vez mais para o sul, um dia vou acabar chegando ao México. Estou muito feliz em LA. Sou o gerente de aprendizado de vendas em LA para a Costa Oeste desde 2015.
As lojas são lugares tão vibrantes, dinâmicos, cheios de entusiasmo. Entender o negócio na linha de frente, em contato com os clientes e as equipes das lojas me deu uma melhor percepção do trabalho de gerente de aprendizado de vendas. O treinamento é pertinente? Vai funcionar?  Que dimensão vai tomar?  
Algumas vezes, tenho que corrigir ou reorientar o treinamento para que as pessoas possam reter o aprendizado.
O treinamento envolve muita magia. Você sente esse aumento de adrenalina, e depois tudo volta ao normal.
Adoro desenvolver potenciais através da facilitação, adoro o momento “Eureka” em que as pessoas percebem como avançar.


Aaron, Gerente Sênior de Aprendizado de Retail

« Si vous avez fait vos preuves en matière de performance, si vous êtes avide d'apprendre et de progresser, alors vous devriez lever la main. » J’ai pris ces propos au sérieux et je me suis dit « Je crois qu'il s’adresse à moi ». 

***

Je m’appelle Aaron.

J’ai débuté ma carrière chez Louis Vuitton en novembre 2010, une semaine avant Thanksgiving, en tant que responsable magasin à The Shops at the Bravern à Seattle.

C'était une petite équipe, j’étais l’un de ses sept membres, et j'ai vraiment aimé plonger dans l'univers Louis Vuitton. Vous ressentez quelque chose de magique lorsque vous commencez à travailler dans la Maison... J’ai vécu beaucoup de choses au cours de ces trois premières années.

Je me souviens d'une réunion commerciale à San Francisco en 2013, nous avions une session générale et l'un des responsables magasin s’est levé et a posé des questions sur la mobilité. M. Burke a déclaré « J’entends ce que vous dites, il vous faudra parfois vous éloigner de vos amis et de votre famille pour évoluer et élargir vos horizons. (...) Si vous avez fait vos preuves en matière de performance, si vous êtes avide d'apprendre et de progresser, alors vous devriez lever la main ». J’ai pris ces propos au sérieux et je me suis dit « Je crois qu'il s’adresse à moi ». Je suis rentré chez moi à Seattle, j'ai levé la main et, après quelques discussions et quelques entretiens, j'ai accepté un poste à San Francisco en tant que responsable d'équipe pour les articles de maroquinerie et les accessoires. 

Je suis resté à San Francisco pendant environ deux ans, puis je suis passé du côté corporate. J'ai toujours estimé qu'en tant que responsable magasin, nous formions et coachions au jour le jour, mais je me suis dit qu'il serait intéressant de concentrer cette énergie sur la  formation en retail. J'ai donc postulé pour devenir responsable formation, je l'ai obtenu et j’ai de nouveau déménagé pour Los Angeles. Je blague souvent en disant qu’à ce rythme-là, si je continue à migrer vers le sud, je vais me retrouver à Mexico, encore plus au sud. Je suis très heureux ici., comme responsable de la formation retail à L.A. et pour la côte ouest depuis 2015.

Les magasins sont tellement fantastiques et dynamiques ; comprendre comment le métier fonctionne avec nos clients, avec nos équipes sur site, m’a donné une connaissance exceptionnelle. La formation est-elle pertinente ? Cela va-t-il fonctionner ? Comment évoluer ? 

Des choses se passent, et parfois je dois corriger ou pivoter différemment pour m’assurer qu’il y a bien un apprentissage. 

En matière de formation, la part de magie  est importante, il y a cette montée d’adrénaline qui survient et qui s’estompera ensuite.

J'aime exploiter le potentiel de chacun par le biais d’animations. J’aime quand la lumière se fait et que les gens voient comment aller plus loin.

Aaron, Responsable Senior Formation Retail

Do meio período a toda uma carreira

Acredito que todas essas experiências fizeram a pessoa que sou hoje. Elas se complementaram.

***

Meu nome é Rebecca.
Comecei minha carreira há 15 anos em Columbus, Ohio. Trabalhava meio período como consultora de vendas.
Eu era a pessoa que fechava a loja no fim de semana, porque estudava em tempo integral durante a semana. Foi uma experiência excelente, vivi todos esses momentos de grande afluência de clientes, pude estabelecer várias relações sólidas. Acho que foi aí que me dei conta de o que é o luxo.
Desde a época de Columbus, exerci diferentes funções. A grande cidade onde trabalhei depois foi Chicago. Alguns anos depois, fui para Nova York.
Quando me mudei para Nova York, exerci o cargo de Gerente de Equipe de Universo em uma loja masculina. Fui eu que abri a primeira loja masculina da empresa na América do Norte. Foi impressionante.  
Com a mobilidade, sempre que exerço um cargo novo, num lugar diferente, os três primeiros meses são um pouco difíceis. É superestimulante, mas também um pouco desconfortável começar outro trabalho ou mudar de cidade. Por exemplo, quando me mudei para Chicago, não conhecia ninguém. Simplesmente saí de Ohio e fui viver essa nova experiência em Chicago. Não só aprendi como funcionava a nova loja, a nova equipe, mas também descobri uma nova vida. Hoje em dia, quando há mudanças na minha vida pessoal ou profissional, me sinto mais preparada.  
Fiz a gestão de um projeto para a colaboração com a Supreme. No plano do merchandising, eu era a responsável do projeto.
O trabalho foi feito de maneira muito transparente.  Como a colaboração era com uma marca de streetwear externa, tínhamos de ser mais ágeis. Tudo era um meio confidencial até o último minuto.  Isso tornou a experiência superinteressante.  É algo que eu nunca vou esquecer.
Tentei aproveitar ao máximo todos os momentos: as situações divertidas de “team building”, as sessões de compras em Paris, trabalhando até tarde, ou ainda o trabalho com um cliente “VIC”. Acredito que todas essas experiências fizeram a pessoa que sou hoje. Elas se complementaram.
Quando falamos ou ouvimos comentários sobre mobilidade em outras empresas, vemos que o processo é muito rápido. A mobilidade nessas organizações ocorre em um ano, oito meses, dois anos no máximo. Nem sempre isso acontece na Vuitton. Prefiro assim, por que aprofundamos nosso conhecimento da função. Me sinto privilegiada, porque minha experiência em vendas foi feita durante 11 anos em lojas.  Hoje, também tenho experiência na área corporativa através do merchandising, onde trabalho com várias equipes diferentes.
É uma função única e diversificada que me capacita a fazer várias coisas. Não posso dizer qual será meu próximo passo, mas tenho certeza de que será tão interessante quanto o que venho vivenciando até hoje.


Rebecca, Gerente de Merchandising

Acredito que todas essas experiências fizeram a pessoa que sou hoje. Elas se complementaram.

***

Meu nome é Rebecca.
Comecei minha carreira há 15 anos em Columbus, Ohio. Trabalhava meio período como consultora de vendas.
Eu era a pessoa que fechava a loja no fim de semana, porque estudava em tempo integral durante a semana. Foi uma experiência excelente, vivi todos esses momentos de grande afluência de clientes, pude estabelecer várias relações sólidas. Acho que foi aí que me dei conta de o que é o luxo.
Desde a época de Columbus, exerci diferentes funções. A grande cidade onde trabalhei depois foi Chicago. Alguns anos depois, fui para Nova York.
Quando me mudei para Nova York, exerci o cargo de Gerente de Equipe de Universo em uma loja masculina. Fui eu que abri a primeira loja masculina da empresa na América do Norte. Foi impressionante.  
Com a mobilidade, sempre que exerço um cargo novo, num lugar diferente, os três primeiros meses são um pouco difíceis. É superestimulante, mas também um pouco desconfortável começar outro trabalho ou mudar de cidade. Por exemplo, quando me mudei para Chicago, não conhecia ninguém. Simplesmente saí de Ohio e fui viver essa nova experiência em Chicago. Não só aprendi como funcionava a nova loja, a nova equipe, mas também descobri uma nova vida. Hoje em dia, quando há mudanças na minha vida pessoal ou profissional, me sinto mais preparada.  
Fiz a gestão de um projeto para a colaboração com a Supreme. No plano do merchandising, eu era a responsável do projeto.
O trabalho foi feito de maneira muito transparente.  Como a colaboração era com uma marca de streetwear externa, tínhamos de ser mais ágeis. Tudo era um meio confidencial até o último minuto.  Isso tornou a experiência superinteressante.  É algo que eu nunca vou esquecer.
Tentei aproveitar ao máximo todos os momentos: as situações divertidas de “team building”, as sessões de compras em Paris, trabalhando até tarde, ou ainda o trabalho com um cliente “VIC”. Acredito que todas essas experiências fizeram a pessoa que sou hoje. Elas se complementaram.
Quando falamos ou ouvimos comentários sobre mobilidade em outras empresas, vemos que o processo é muito rápido. A mobilidade nessas organizações ocorre em um ano, oito meses, dois anos no máximo. Nem sempre isso acontece na Vuitton. Prefiro assim, por que aprofundamos nosso conhecimento da função. Me sinto privilegiada, porque minha experiência em vendas foi feita durante 11 anos em lojas.  Hoje, também tenho experiência na área corporativa através do merchandising, onde trabalho com várias equipes diferentes.
É uma função única e diversificada que me capacita a fazer várias coisas. Não posso dizer qual será meu próximo passo, mas tenho certeza de que será tão interessante quanto o que venho vivenciando até hoje.


Rebecca, Gerente de Merchandising

J'ai l’impression que toutes ces expériences ont  forgé celle que je suis aujourd’hui. Elles se sont complétées au fur et à mesure.

***

Je m’appelle Rebecca.

J’ai débuté ma carrière il y a 15 ans à Columbus, dans l’Ohio, en tant que conseillère client à temps partiel.

Je faisais ça le week-end, car j’étais à l’école toute la journée pendant la semaine. C'était une excellente expérience car en magasin, je vivais les périodes de forte affluence. J'ai pu établir de nombreuses et solides relations avec les clients. Je pense que c’est à ce moment-là que j'ai compris  pour la première fois ce qu’était le luxe.

Après Colombus, j’ai occupé plusieurs fonctions différentes. Je suis allée à Chicago. Puis, après quelques années à Chicago, j'ai gravi les échelons qui m’ont menée jusqu’à New York.

Lorsque j’ai déménagé à New York pour Louis Vuitton, je suis arrivée en tant que Responsable d'équipe Univers pour un magasin pour hommes. J'ai ouvert le premier magasin pour hommes  en Amérique du Nord. C’était incroyable.

Les trois premiers mois sont toujours un peu difficiles. C'est souvent comme ça, je pense, quand on bénéficie d'une mobilité et que les missions changent. C'est passionnant et, en même temps, cela perturbe d'avoir à recommencer ou à déménager dans une autre ville. Par exemple, lorsque j’ai déménagé à Chicago, je ne connaissais personne. J'ai juste pris mes affaires et quitté l’Ohio pour  commencer cette nouvelle aventure. J’apprenais non seulement tous les tenants et aboutissants d’un nouveau magasin, d'une nouvelle équipe, mais je découvrais aussi ma nouvelle vie. Aujourd’hui, lorsqu'il y a du changement, que ce soit dans ma vie privée ou professionnelle, je suis généralement assez réceptive.

J’ai géré un projet sur lequel nous avons travaillé en collaboration avec Supreme. Du point de vue du merchandising, c'est moi qui le dirigeais.

Nous étions assez transparents sur les choses. Étant donné que nous collaborions avec une marque streetwear extérieure, nous devions être plus agiles. Tout était un peu top secret jusqu’au dernier moment. Cela rendait les choses vraiment très fun. C’est véritablement quelque chose que je n’oublierai jamais.

J'ai vraiment essayé de travailler dur pour profiter de chaque instant, qu’il s'agisse de s’amuser en mode team building, ou de rester très tard le soir dans le cadre d'une buying session quand nous sommes à Paris, ou encore de travailler avec un client VIP. J'ai l’impression que toutes ces expériences ont forgé celle que je suis aujourd’hui. Elles se sont complétées au fur et à mesure.

Il me semble que lorsque nous entendons parler de mobilité dans d'autres entreprises, on dirait que cela bouge très vite. Dans ces sociétés, la mobilité a lieu en l’espace d'un an, de huit mois, de deux ans maximum. Ce n’est pas toujours le cas chez Louis Vuitton. En fait, c’est quelque chose que j’apprécie, car je pense que nous apprenons bien mieux notre travail de cette façon. Je m’estime très heureuse d'avoir vécu onze années en magasin. Aujourd'hui, j'ai aussi acquis une expérience corporate à travers le merchandising, où je suis amenée à travailler avec de nombreuses équipes différentes. 

J'occupe actuellement un poste vraiment unique et varié dans le sens où j'ai l'impression qu’il pourrait m’emmener n’importe où. Je ne saurais dire quelle sera ma prochaine étape, mais je suis sûre qu’elle sera tout aussi passionnante que ce que j'ai vécu jusqu'à présent.

Rebecca, Responsable Merchandising

Do Desenvolvimento de Produtos ao Retail

Sou a prova de que todo tipo de mobilidade é possível, seja a mobilidade geográfica, seja a mobilidade funcional.
***
Meu nome é Guillaume, tenho 37 anos e trabalho na Louis Vuitton há dez anos. Atualmente trabalho na equipe “Retail Support”. Em termos de experiência, quando jovem morei e estudei oito anos nos Estados Unidos, e esse começo acabou sendo uma espécie de fio condutor ao longo de toda a minha carreira.
Sou formado em engenharia industrial. Comecei minha carreira na indústria automobilística e trabalhei quatro anos em unidades de produção. Voltei para Paris para trabalhar como consultor estratégico. Em 2008, entrei na Louis Vuitton, no setor de Desenvolvimento de Produtos, e tive diversos cargos. Minha esposa e eu tínhamos o projeto de morar nos Estados Unidos, e ela acabou tendo uma oportunidade profissional lá. Quando falei sobre o assunto na Louis Vuitton, achamos que seria uma excelente ocasião para eu descobrir o Retail e trazer o lado analítico, uma visão de engenheiro que trabalha no Retail. Então, comecei como Operations Manager na loja de Chicago e passei três anos nessa função.
Quando cheguei, os produtos que eu tinha desenvolvido estavam começando a ser vendidos na loja. Eu me lembro que uma vez um cliente quis que eu assinasse um cartão de visita para colocar na bolsa, porque era uma das bolsas que eu tinha ajudado a desenvolver. Para ele, eu era o Marc Jacobs da bolsa. Eu disse que não, eu só tinha participado do desenvolvimento do produto, transformado o sonho em realidade. Mas para ele era importante. Ele quis porque quis que eu assinasse o cartão.
Depois, tive a oportunidade de me tornar gerente de uma loja de Chicago e pude ter uma visão realmente panorâmica do Retail durante mais três anos. Também tive uma passagem pelo Brasil. Assim trabalhei para a Louis Vuitton em três países. Voltei recentemente para Paris e assumi um cargo na Matriz.
Com certeza, o que mais me orgulha foi o cargo de Gerente de Loja, que me deu a oportunidade de desenvolver minhas equipes e o negócio. Tivemos um forte crescimento e contratamos muita gente. Isso dá realmente a impressão de se estar construindo algo de sólido. Isso também permitiu a minha própria evolução. Considero que foi uma experiência realmente única e muito rica.
Quando você está motivado, a Louis Vuitton é uma Maison que proporciona os meios para alcançar seus objetivos e fazer com que tudo seja possível.

Guillaume, Retail Support Manager

Sou a prova de que todo tipo de mobilidade é possível, seja a mobilidade geográfica, seja a mobilidade funcional.
***
Meu nome é Guillaume, tenho 37 anos e trabalho na Louis Vuitton há dez anos. Atualmente trabalho na equipe “Retail Support”. Em termos de experiência, quando jovem morei e estudei oito anos nos Estados Unidos, e esse começo acabou sendo uma espécie de fio condutor ao longo de toda a minha carreira.
Sou formado em engenharia industrial. Comecei minha carreira na indústria automobilística e trabalhei quatro anos em unidades de produção. Voltei para Paris para trabalhar como consultor estratégico. Em 2008, entrei na Louis Vuitton, no setor de Desenvolvimento de Produtos, e tive diversos cargos. Minha esposa e eu tínhamos o projeto de morar nos Estados Unidos, e ela acabou tendo uma oportunidade profissional lá. Quando falei sobre o assunto na Louis Vuitton, achamos que seria uma excelente ocasião para eu descobrir o Retail e trazer o lado analítico, uma visão de engenheiro que trabalha no Retail. Então, comecei como Operations Manager na loja de Chicago e passei três anos nessa função.
Quando cheguei, os produtos que eu tinha desenvolvido estavam começando a ser vendidos na loja. Eu me lembro que uma vez um cliente quis que eu assinasse um cartão de visita para colocar na bolsa, porque era uma das bolsas que eu tinha ajudado a desenvolver. Para ele, eu era o Marc Jacobs da bolsa. Eu disse que não, eu só tinha participado do desenvolvimento do produto, transformado o sonho em realidade. Mas para ele era importante. Ele quis porque quis que eu assinasse o cartão.
Depois, tive a oportunidade de me tornar gerente de uma loja de Chicago e pude ter uma visão realmente panorâmica do Retail durante mais três anos. Também tive uma passagem pelo Brasil. Assim trabalhei para a Louis Vuitton em três países. Voltei recentemente para Paris e assumi um cargo na Matriz.
Com certeza, o que mais me orgulha foi o cargo de Gerente de Loja, que me deu a oportunidade de desenvolver minhas equipes e o negócio. Tivemos um forte crescimento e contratamos muita gente. Isso dá realmente a impressão de se estar construindo algo de sólido. Isso também permitiu a minha própria evolução. Considero que foi uma experiência realmente única e muito rica.
Quando você está motivado, a Louis Vuitton é uma Maison que proporciona os meios para alcançar seus objetivos e fazer com que tudo seja possível.

Guillaume, Retail Support Manager

Je suis la preuve de la possibilité de faire des mobilités, que ça soit des mobilités géographiques ou des mobilités fonctionnelles.

***

Je m’appelle Guillaume, j’ai 37 ans et je travaille chez Louis Vuitton depuis dix ans. Je suis aujourd’hui dans l’équipe « Retail Support ». Au niveau de mon expérience, j’ai grandi pendant huit ans aux États-Unis pendant mes études quand j’étais jeune, et ça sera un peu un fil conducteur tout au long de ma carrière.

J’ai une formation d’ingénieur, ingénieur en génie industriel. J’ai commencé ma carrière dans l’industrie automobile. J’ai passé quatre ans en site de production. Je suis revenu sur Paris, j’ai fait du conseil en stratégie. Et en 2008, j’ai rejoint Louis Vuitton au sein du Développement Produit. J’ai eu différents postes au sein du Développement Produit. J’avais un projet de famille avec mon épouse pour partir aux États-Unis, et elle a eu une opportunité de son côté. Quand j’en ai parlé avec Louis Vuitton, on s’est dit que c’était une super occasion pour moi d’aller découvrir le Retail et d’apporter le côté analytique, une vision un peu ingénieur justement dans le Retail. Donc j’ai commencé comme Operations Manager au magasin de Chicago. J’ai passé trois ans dans cette fonction.

Quand je suis arrivé, les produits que j’avais développés étaient en train d’arriver en magasin. Et je me rappelle, j’ai eu un client une fois qui a voulu que je signe une carte de visite pour la mettre dans son sac, parce que c’était un des sacs que j’avais participé à développer. Et pour lui, j’étais le Marc Jacobs du sac. Je lui ai dit non, je m’occupais juste de la partie développement du produit, transformer le rêve en réalité. Mais pour lui, c’était important. Il avait voulu que je signe sa carte.

Et ensuite, j’ai eu l’opportunité de prendre un magasin de Chicago en tant que Responsable Magasin, et vraiment d’avoir une vision Retail 360 pendant trois ans à nouveau. J’ai aussi fait une mission au Brésil. Donc, pour Louis Vuitton, j’ai travaillé dans trois pays différents. Et plus récemment, je suis revenu sur Paris et dans une fonction Siège.

Certainement le point dont je suis le plus fier, ça a été le poste que j’ai eu comme Responsable Magasin, qui m’a donné l’opportunité de développer mes équipes, de dévPOR    FRelopper le business. On avait une très forte croissance, on a recruté énormément. Et vraiment, ça donne un sentiment de construire quelque chose de fort. Et moi-même de mon côté, ça m’a permis aussi de me développer, et j’ai trouvé cette expérience vraiment unique et très enrichissante.

Louis Vuitton, c’est une Maison dans laquelle, à partir du moment où on a l’envie, ils nous donneront les moyens de réussir et de faire en sorte que tout soit possible.

Guillaume, Retail Support Manager

Rumo a novos horizontes

Uma Maison. No centro de um grande ecossistema do luxo. Mais de 60 países a explorar. Nos ateliês, nas lojas, nos armazéns… todos os universos permitem exportar seus talentos para o mundo inteiro.

De Hong Kong a Paris

“Se você tem um sonho, sabe o que quer, tem determinação, trabalha com afinco acho que também pode conseguir”.

***

Meu nome é Mary, e sou originária de Hong Kong. Entrei na Louis Vuitton no ano passado e trabalho no Grupo LVMH há quase onze anos.

Comecei minha carreira como estagiária de RH na matriz da LVMH Ásia, em Hong Kong, depois fui encarregada da formação na matriz hong-konguesa.

Depois de seis anos de trabalho, tive a oportunidade de integrar a divisão Relógios e Joalheria da LVMH e me encarregar das marcas de relógios e joalheria. Durante esse período, trabalhei principalmente com equipamentos de RH e formação.

Depois de trabalhar para a divisão de Relógios e Joalheria da LVMH, parei durante algum tempo e vim para a França para acompanhar meu marido, que é francês, e também aprender o francês de maneira intensiva. Estudei na Aliança Francesa de Paris durante quatro meses. Foi realmente intensivo. Eu tinha aulas de cinco a seis horas por dia. Depois dessa experiência, tive uma superoportunidade de trabalhar na Fred da Place Vendôme como Client advisor. Também ganhei experiência trabalhando na Rue de la Paix e no Panthéon. Nessas três lojas, pude realmente falar com nossos clientes, entender a cultura e a língua. Foi uma experiência muito rica.

Depois, aceitei uma transferência temporária para Hong Kong para trabalhar como responsável de formação.
Eu fazia a venda com a equipe, e minha experiência os inspirava. Fiquei tão feliz de poder transmitir meus conhecimentos e contar o que já tinha feito!

Foi então que me dei conta de que a formação era minha paixão. Adoro aprender e ajudar os outros, em vez de fazer algo individualmente. Há um ano, de volta a Paris, aceitei o cargo de responsável pela formação do Retail Internacional de Relógios e Joalheria.

É fantástico. Durante as sessões de formação tive a chance de conhecer pessoas de vários países: japoneses, chineses, hong-kongueses, ingleses, franceses, italianos, americanos – uma mistura cosmopolita. Eles são de culturas diferentes e têm personalidades muito distintas.
Eles vêm conversar comigo e me dizem, “É difícil imaginar como você consegue superar as dificuldades e a que ponto você pode ser determinada. Não consigo imaginar que você trabalhava como Client advisor e, de repente, foi trabalhar na matriz em Paris. E você é asiática!” Eu respondo simplesmente: “Se você tem um sonho, sabe o que quer, tem determinação, trabalha com afinco acho que também pode conseguir”.

***

No que se refere à minha evolução profissional, no futuro, acho que vou continuar a buscar novos desafios no grupo LVMH ou na Louis Vuitton, por que é um grupo de luxo que admiro muito. Nós nos aperfeiçoamos permanentemente para ser o número um, e mantemos a liderança porque aspiramos ao melhor. Tenho orgulho de fazer parte do LVMH e da Louis Vuitton

Mary, Responsável Formação Retail Internacional Relógios e Joalheria, Objetos Conectados da Louis Vuitton

“Se você tem um sonho, sabe o que quer, tem determinação, trabalha com afinco acho que também pode conseguir”.

***

Meu nome é Mary, e sou originária de Hong Kong. Entrei na Louis Vuitton no ano passado e trabalho no Grupo LVMH há quase onze anos.

Comecei minha carreira como estagiária de RH na matriz da LVMH Ásia, em Hong Kong, depois fui encarregada da formação na matriz hong-konguesa.

Depois de seis anos de trabalho, tive a oportunidade de integrar a divisão Relógios e Joalheria da LVMH e me encarregar das marcas de relógios e joalheria. Durante esse período, trabalhei principalmente com equipamentos de RH e formação.

Depois de trabalhar para a divisão de Relógios e Joalheria da LVMH, parei durante algum tempo e vim para a França para acompanhar meu marido, que é francês, e também aprender o francês de maneira intensiva. Estudei na Aliança Francesa de Paris durante quatro meses. Foi realmente intensivo. Eu tinha aulas de cinco a seis horas por dia. Depois dessa experiência, tive uma superoportunidade de trabalhar na Fred da Place Vendôme como Client advisor. Também ganhei experiência trabalhando na Rue de la Paix e no Panthéon. Nessas três lojas, pude realmente falar com nossos clientes, entender a cultura e a língua. Foi uma experiência muito rica.

Depois, aceitei uma transferência temporária para Hong Kong para trabalhar como responsável de formação.
Eu fazia a venda com a equipe, e minha experiência os inspirava. Fiquei tão feliz de poder transmitir meus conhecimentos e contar o que já tinha feito!

Foi então que me dei conta de que a formação era minha paixão. Adoro aprender e ajudar os outros, em vez de fazer algo individualmente. Há um ano, de volta a Paris, aceitei o cargo de responsável pela formação do Retail Internacional de Relógios e Joalheria.

É fantástico. Durante as sessões de formação tive a chance de conhecer pessoas de vários países: japoneses, chineses, hong-kongueses, ingleses, franceses, italianos, americanos – uma mistura cosmopolita. Eles são de culturas diferentes e têm personalidades muito distintas.
Eles vêm conversar comigo e me dizem, “É difícil imaginar como você consegue superar as dificuldades e a que ponto você pode ser determinada. Não consigo imaginar que você trabalhava como Client advisor e, de repente, foi trabalhar na matriz em Paris. E você é asiática!” Eu respondo simplesmente: “Se você tem um sonho, sabe o que quer, tem determinação, trabalha com afinco acho que também pode conseguir”.

***

No que se refere à minha evolução profissional, no futuro, acho que vou continuar a buscar novos desafios no grupo LVMH ou na Louis Vuitton, por que é um grupo de luxo que admiro muito. Nós nos aperfeiçoamos permanentemente para ser o número um, e mantemos a liderança porque aspiramos ao melhor. Tenho orgulho de fazer parte do LVMH e da Louis Vuitton

Mary, Responsável Formação Retail Internacional Relógios e Joalheria, Objetos Conectados da Louis Vuitton

If you have a dream, you know what you are looking for, you have determination, you work hard, I think you can do it also.


***

My name is Mary, I’m from Hong Kong. I joined Louis Vuitton one year ago, and I have worked for LVMH Group for almost eleven years.

I started my career as an HR intern in the LVMH holding corporate office in Hong Kong and I was taking care of the training function in the holding office.

Then after working there for six years, I had the mobility to move to the LVMH Watches and Jewelry Division, taking care of the watches and jewelry brand. And during that moment, my main function was HR recruitment and Training.

Actually, after working for the LVMH Watches and Jewelry Division, I left my job for a while to join my husband – my husband is French –, to join him here and also to really learn French intensively. I spent four months in the Alliance Française in Paris to learn French. It was very intensive, it was like five or six hours per day. And after this learning experience, I actually had a very valuable chance to work for FRED in place Vendôme as a client advisor. And I had the experience to work in rue de la Paix and in Printemps, these three stores to really talk to our clients, to understand the culture, to understand the language. It was a very valuable opportunity.

And then, I take a temporary mission in Hong Kong as a temporary training manager.
I sell with the team, I inspire them with my experience. And I was so happy that I can give my knowledge back to the team and share what I have done.

Then I realized that training is my passion. Learning is my passion, helping others. Instead of doing something individual. And then I came back to Paris and I took this position for one year as international retail learning manager for watches and jewelry.

It’s fantastic. I had the chance to meet people from different countries. In one training session, I can have Japanese, Chinese, Hong Kong people, English people, French people, Italian, Americans, mix of people. And they are from different cultural backgrounds, very different personalities.
They just come to me and say: “I cannot imagine how you overcome the difficulties and how determined you are. I cannot imagine that you can work as a client advisor and suddenly you go to Paris headquarter and you are Asian.” I just say to them that if you have a dream, you know what you are looking for, you have determination, you work hard, I think you can do it also.


***

In the future, for my career development, I think I will keep looking for new challenges in LVMH Group or in Louis Vuitton because it’s such an exciting luxury group. We constantly improve to be the number one and we stay as the number one because we strive for the best. And I’m so proud being part of LVMH and Louis Vuitton.


Mary, International Retail Training Manager Watches & Jewelry, Connected Objects at Louis Vuitton

De Chengdu a Paris

Minha trajetória reflete perfeitamente a essência da empresa Louis Vuitton. É uma jornada extraordinária que eu jamais teria imaginado.

***

Florent. Sou de nacionalidade chinesa.
Faz quase nove anos que trabalho na Louis Vuitton, e meu cargo atual é o sexto que ocupo. Eu aprendi muito durante esse período e continuo a evoluir com a empresa. Nunca me senti entediado.
Comecei a trabalhar na Louis Vuitton em Chengdu, cidade da região central da China, como Assistant Store Manager. Depois de Chengdu, me mudei para o norte da China, uma cidade chamada Dalian. Lá eu era encarregado de tudo o que se relacionava com artigos de couro numa loja maior. Após dois anos em Dalian, fui para Xangai assumir a gerência de uma loja que chamamos de “global store”. Essas lojas oferecem todos os produtos da Louis Vuitton, dos artigos de couro ao prêt-à-porter.
Depois desses cinco anos trabalhando em lojas, fui para a Matriz da China, encarregado de um projeto de special orders e produtos rígidos para toda a China durante um ano e meio.

Logo depois, solicitei a mobilidade. Via mais oportunidades de desenvolver o negócio no nível da Matriz. Ao mesmo tempo, abriu uma vaga no clienteling central para tudo o que diz respeito a private client relations, que se ocupa de todos os grandes clientes da Maison, desfiles, Cruise, eventos de alta joalheria, alta relojoaria, e eu pensei: “Este é um desafio para mim”. Por isso, quando me propuseram a vaga, aceitei. Estou em Paris desde então. Acho que já faz dois anos e meio.
Quando cheguei, tive de trabalhar com pessoas de todas as nacionalidades, clientes do mundo inteiro, e também com as equipes regionais.
Trabalhei durante mais ou menos um ano na equipe “Client & Development”, aqui em Pont Neuf. Aí me propuseram o cargo de Writer Marketing, com foco nos produtos de viagem exóticos e rígidos. Meu sonho era trabalhar nessa área, por isso aceitei imediatamente.

Minha trajetória reflete bem a essência da empresa Louis Vuitton. É uma jornada extraordinária que eu jamais teria imaginado no início. Tenho uma alma de viajante. Viajo muito mesmo. E até mesmo no meu cargo atual, continuo viajando bastante para me encontrar com as equipes, conhecer culturas e clientes diferentes. Minha jornada é realmente sensacional.

Florent, Head of Retail Marketing – Exotics and Hard Sided

Minha trajetória reflete perfeitamente a essência da empresa Louis Vuitton. É uma jornada extraordinária que eu jamais teria imaginado.

***

Florent. Sou de nacionalidade chinesa.
Faz quase nove anos que trabalho na Louis Vuitton, e meu cargo atual é o sexto que ocupo. Eu aprendi muito durante esse período e continuo a evoluir com a empresa. Nunca me senti entediado.
Comecei a trabalhar na Louis Vuitton em Chengdu, cidade da região central da China, como Assistant Store Manager. Depois de Chengdu, me mudei para o norte da China, uma cidade chamada Dalian. Lá eu era encarregado de tudo o que se relacionava com artigos de couro numa loja maior. Após dois anos em Dalian, fui para Xangai assumir a gerência de uma loja que chamamos de “global store”. Essas lojas oferecem todos os produtos da Louis Vuitton, dos artigos de couro ao prêt-à-porter.
Depois desses cinco anos trabalhando em lojas, fui para a Matriz da China, encarregado de um projeto de special orders e produtos rígidos para toda a China durante um ano e meio.

Logo depois, solicitei a mobilidade. Via mais oportunidades de desenvolver o negócio no nível da Matriz. Ao mesmo tempo, abriu uma vaga no clienteling central para tudo o que diz respeito a private client relations, que se ocupa de todos os grandes clientes da Maison, desfiles, Cruise, eventos de alta joalheria, alta relojoaria, e eu pensei: “Este é um desafio para mim”. Por isso, quando me propuseram a vaga, aceitei. Estou em Paris desde então. Acho que já faz dois anos e meio.
Quando cheguei, tive de trabalhar com pessoas de todas as nacionalidades, clientes do mundo inteiro, e também com as equipes regionais.
Trabalhei durante mais ou menos um ano na equipe “Client & Development”, aqui em Pont Neuf. Aí me propuseram o cargo de Writer Marketing, com foco nos produtos de viagem exóticos e rígidos. Meu sonho era trabalhar nessa área, por isso aceitei imediatamente.

Minha trajetória reflete bem a essência da empresa Louis Vuitton. É uma jornada extraordinária que eu jamais teria imaginado no início. Tenho uma alma de viajante. Viajo muito mesmo. E até mesmo no meu cargo atual, continuo viajando bastante para me encontrar com as equipes, conhecer culturas e clientes diferentes. Minha jornada é realmente sensacional.

Florent, Head of Retail Marketing – Exotics and Hard Sided

My career path really reflects the core personality of Louis Vuitton as a company. It's a magical journey that I never imagined possible at the beginning.

***

Florent. I’m Chinese by nationality.
I’ve been working at Louis Vuitton for nearly 9 years, and my current job is my sixth with the company. I’ve developed a great deal in that time, and that process is ongoing; I’ve never been bored here.
My career with Louis Vuitton began in a city of central China called Chengdu. I was Assistant Store Manager there. After Chengdu, I moved to northern China and a city called Dalian. There, I was involved in every aspect of Leather Goods in a much bigger store. After two years in Dalian, I went to Shanghai as a store manager. It was what we call a ‘global store’. These are stores that stock all Louis Vuitton offerings, from leather goods through to ready to wear.
After five years of in-store life, I joined the China Head Office, where I ran a special orders and hard sided products project for all of China for a year and a half.

It was at that point that I applied for mobility. I could see more opportunities to develop this business at Head Office level. At that time, there was a vacancy in central clienteling, which is all to do with private client relationships with all the Maison’s most important clients, and all about Fashion Shows, Cruises, high jewelry, high watch events, and more… I said to myself: “Here’s another challenge for me”. So when it was offered, I accepted it. I’ve been in Paris ever since... I think two and a half years already.
When I arrived here, I had to work with people of all nationalities, clients from all over the world and all the regional teams.
So for around a year, I worked as a member of the Client & Development team here at Pont Neuf. I was then offered the position of Writer Marketing focusing on exotics and hard sided travel products. It was my dream to work in this area, so I said ‘yes’ immediately.

My career path really reflects the core personality of Louis Vuitton as a company. It's a magical voyage that I never imagined possible at the beginning. I’m a traveler at heart, and I move around a lot. Even in my current job, I travel a great deal to meet the teams and  encounter different cultures, clients, etc. This is really an amazing journey.

Florent, Head of Retail Marketing - Exotics and Hard Sided

De Paris a Milão e a Nova York

Eu estava tranquilamente abrindo as caixas da mudança, quando recebi um telefonema: “Não desfaça as malas. Talvez você tenha de refazê-las rapidamente, porque surgiu uma oportunidade em Nova York. A vaga te interessa?”

***

Meu nome é Jeremy. Tenho 34 anos. Tenho uma formação de engenheiro e atualmente trabalho na supply chain. Estou na Louis Vuitton desde 2008. Na verdade, comecei um pouco antes, fazendo estágio em 2005, ou seja, é uma história que remonta a vários anos. Comecei na equipe de “Flow Management”, que faz a interface com os ateliês.
Na época, eu já tinha tido a oportunidade de trabalhar com prestadores de serviços na Itália. Eu viajava um pouco, o que era bastante inusitado para um estágio, além de ter de assumir certas responsabilidades bem consequentes. Isso me deu vontade de conhecer melhor a Louis Vuitton. Então assinei um contrato por tempo indeterminado em 2008 para ser Distribution Planer, que é encarregado do nível de estoque e do abastecimento das lojas.

Na época, eu trabalhava principalmente com a Itália e o Oriente Médio. Tive a sorte de fazer parte da aventura “Europa do Sul” e era membro da equipe que começou a aventura em Milão. Nem escritório nós tínhamos. Era uma equipe pequena, instalada em escritórios temporários. Com o tempo passamos de cinco a seis, dez, quinze, e chegamos a cinquenta pessoas. Era uma mistura que gerava uma energia incrível. Durante dois anos, vivi uma superexperiência.
No final da experiência na Europa do Sul, fui transferido para um projeto específico de implantação de um armazém em Dubai para abastecer todo o Oriente Médio. Essa também foi uma nova descoberta. Um pouco mais exótica que Milão. Acabei morando seis meses em Dubai.
Quando o armazém começou a operar, optei por voltar para Paris. Eu queria tentar algo diferente da supply chain. Tive vontade de conhecer a última etapa, depois de ter trabalhado um pouco nos ateliês e no abastecimento. Eu quis saber como eram as lojas. Comecei então como Sales Manager na Avenida Champs-Élysées. Não durou muito tempo, porque recebi uma proposta para trabalhar em Nova York logo depois. De novo na supply chain.
Eu me lembro muito bem: era uma quarta, uma quarta de folga, porque na época eu trabalhava na loja. Eu estava tranquilamente abrindo as caixas da mudança, quando recebi um telefonema: “Não desfaça as malas. Talvez você tenha de refazê-las rapidamente, porque surgiu uma oportunidade em Nova York. A vaga te interessa?”  Claro que me interessava! Estava contente com o trabalho na loja da Avenida Champs-Élysées, mas Nova York era ainda mais interessante. Então, alguns meses depois, refiz as malas e fui para Nova York.

Era encarregado de toda a supply chain de artigos de couro e acessórios, uma parte de previsão de vendas e outra de distribuição. Outra novidade foi a parte de gestão, com a criação de uma equipe em NY. Mais uma vez, havia as diferenças culturais, coisa que me surpreendeu um pouco. Eu já esperava que Dubai fosse bem diferente. Nova York, nem tanto. Temos a impressão de que já conhecemos a cidade porque a vemos todo o tempo na TV e no cinema. Mas, na verdade, a cultura americana é muito diferente da cultura latina, francesa. Por isso, tive muito que aprender também. Adorei essa experiência. Cinco anos ao todo, nem vi o tempo passar. Há um ano e meio voltei novamente para Paris e trabalho na supply chain central. Sou encarregado da distribuição.
Para mim, a mobilidade é uma mistura de vários ingredientes: primeiro, é preciso ter uma predisposição a aceitar esse tipo de proposta, inclusive do ponto de vista da logística; você deve estar aberto à ideia de que, em dois ou três meses, vai estar do outro lado do mundo. Acima de tudo, é preciso querer realmente e ser curioso, estar no bom estado de espírito. Além disso, é preciso que as oportunidades estejam diante de você. São as equipes de RH e de gestão que fazem com que os candidatos se encontrem diante das oportunidades. No meu caso, foi assim que aconteceu. Não foi algo planejado com antecedência. Foram oportunidades que surgiram e que eu aproveitei assim que me foram apresentadas.

Jeremy, Demand Sizing & Distribution Manager

Eu estava tranquilamente abrindo as caixas da mudança, quando recebi um telefonema: “Não desfaça as malas. Talvez você tenha de refazê-las rapidamente, porque surgiu uma oportunidade em Nova York. A vaga te interessa?”

***

Meu nome é Jeremy. Tenho 34 anos. Tenho uma formação de engenheiro e atualmente trabalho na supply chain. Estou na Louis Vuitton desde 2008. Na verdade, comecei um pouco antes, fazendo estágio em 2005, ou seja, é uma história que remonta a vários anos. Comecei na equipe de “Flow Management”, que faz a interface com os ateliês.
Na época, eu já tinha tido a oportunidade de trabalhar com prestadores de serviços na Itália. Eu viajava um pouco, o que era bastante inusitado para um estágio, além de ter de assumir certas responsabilidades bem consequentes. Isso me deu vontade de conhecer melhor a Louis Vuitton. Então assinei um contrato por tempo indeterminado em 2008 para ser Distribution Planer, que é encarregado do nível de estoque e do abastecimento das lojas.

Na época, eu trabalhava principalmente com a Itália e o Oriente Médio. Tive a sorte de fazer parte da aventura “Europa do Sul” e era membro da equipe que começou a aventura em Milão. Nem escritório nós tínhamos. Era uma equipe pequena, instalada em escritórios temporários. Com o tempo passamos de cinco a seis, dez, quinze, e chegamos a cinquenta pessoas. Era uma mistura que gerava uma energia incrível. Durante dois anos, vivi uma superexperiência.
No final da experiência na Europa do Sul, fui transferido para um projeto específico de implantação de um armazém em Dubai para abastecer todo o Oriente Médio. Essa também foi uma nova descoberta. Um pouco mais exótica que Milão. Acabei morando seis meses em Dubai.
Quando o armazém começou a operar, optei por voltar para Paris. Eu queria tentar algo diferente da supply chain. Tive vontade de conhecer a última etapa, depois de ter trabalhado um pouco nos ateliês e no abastecimento. Eu quis saber como eram as lojas. Comecei então como Sales Manager na Avenida Champs-Élysées. Não durou muito tempo, porque recebi uma proposta para trabalhar em Nova York logo depois. De novo na supply chain.
Eu me lembro muito bem: era uma quarta, uma quarta de folga, porque na época eu trabalhava na loja. Eu estava tranquilamente abrindo as caixas da mudança, quando recebi um telefonema: “Não desfaça as malas. Talvez você tenha de refazê-las rapidamente, porque surgiu uma oportunidade em Nova York. A vaga te interessa?”  Claro que me interessava! Estava contente com o trabalho na loja da Avenida Champs-Élysées, mas Nova York era ainda mais interessante. Então, alguns meses depois, refiz as malas e fui para Nova York.

Era encarregado de toda a supply chain de artigos de couro e acessórios, uma parte de previsão de vendas e outra de distribuição. Outra novidade foi a parte de gestão, com a criação de uma equipe em NY. Mais uma vez, havia as diferenças culturais, coisa que me surpreendeu um pouco. Eu já esperava que Dubai fosse bem diferente. Nova York, nem tanto. Temos a impressão de que já conhecemos a cidade porque a vemos todo o tempo na TV e no cinema. Mas, na verdade, a cultura americana é muito diferente da cultura latina, francesa. Por isso, tive muito que aprender também. Adorei essa experiência. Cinco anos ao todo, nem vi o tempo passar. Há um ano e meio voltei novamente para Paris e trabalho na supply chain central. Sou encarregado da distribuição.
Para mim, a mobilidade é uma mistura de vários ingredientes: primeiro, é preciso ter uma predisposição a aceitar esse tipo de proposta, inclusive do ponto de vista da logística; você deve estar aberto à ideia de que, em dois ou três meses, vai estar do outro lado do mundo. Acima de tudo, é preciso querer realmente e ser curioso, estar no bom estado de espírito. Além disso, é preciso que as oportunidades estejam diante de você. São as equipes de RH e de gestão que fazem com que os candidatos se encontrem diante das oportunidades. No meu caso, foi assim que aconteceu. Não foi algo planejado com antecedência. Foram oportunidades que surgiram e que eu aproveitei assim que me foram apresentadas.

Jeremy, Demand Sizing & Distribution Manager

J’étais tranquillement en train d’ouvrir les cartons. Je reçois un coup de fil et on me dit : « Ne range pas tout de suite tes cartons, tu auras peut-être besoin de les refaire rapidement parce qu’il y a une opportunité à New York. Est-ce que ça t’intéresse ? »

***

Je m’appelle Jeremy. J’ai 34 ans. Je suis ingénieur de formation et je travaille aujourd’hui en supply chain. Je suis chez Louis Vuitton depuis 2008. En fait, j’ai commencé même un peu avant ça, en stage en 2005, donc, une histoire qui remonte à très longtemps. Et je suis rentré au sein de l’équipe « Flow Management », c’est l’interface avec les ateliers.

Déjà à l’époque, j’avais l’occasion de travailler avec des sous-traitants en Italie. Il y avait un peu de voyages, ce qui était assez inattendu pour un stage, avec des responsabilités assez importantes. Ça m’a vraiment donné envie d’en savoir plus sur Louis Vuitton. C’est comme ça que je suis rentré en CDI début 2008 au poste de Distribution Planer, donc en charge du niveau du stock et de l’approvisionnement des magasins.

Je m’occupais à l’époque de l’Italie et du Moyen-Orient principalement. J’ai eu la chance de faire partie de l’aventure Europe du Sud, et j’ai fait partie de l’équipe qui a commencé l’aventure à Milan. On n’avait même pas encore de bureau. On avait une petite équipe dans des bureaux temporaires. Et puis après, on est passés de cinq, six, dix, quinze… On est montés à cinquante personnes… Ça faisait un mélange avec une énergie incroyable. C’est vraiment pendant deux ans une super expérience.

Sur la fin de cette expérience en Europe du Sud, j’étais détaché sur un projet spécifique d’implantation d’un entrepôt à Dubai pour approvisionner tout le Moyen-Orient. Donc ça aussi, une nouvelle découverte. Un peu plus dépaysant que Milan. Du coup, j’ai passé six mois à Dubai.

Une fois que l’entrepôt avait été lancé, j’avais choisi de rentrer à Paris. Je voulais essayer autre chose que la supply chain. J’avais envie de voir le dernier maillon après avoir vu un peu les ateliers, un peu tout l’approvisionnement. Je voulais voir comment ça se passait en magasin. Et donc, j’ai commencé en Sales Manager aux Champs-Élysées. Et ça n’a pas duré très longtemps parce qu’on m’a proposé une opportunité à New York juste après, à nouveau en supply chain.

Je me souviens très bien, c’était un mercredi, un mercredi off puisque je travaillais en magasin à l’époque. J’étais tranquillement en train d’ouvrir les cartons. Je reçois un coup de fil et on me dit : « Ne range pas tout de suite tes cartons, tu auras peut-être besoin de les refaire rapidement parce qu’il y a une opportunité à New York. Est-ce que ça t’intéresse ? » Évidemment, ça m’intéressait. J’étais ravi de ce que je faisais aux Champs-Élysées en magasin, mais l’appel de New York était encore plus fort. Du coup, j’ai refait mes cartons et on est partis quelques mois plus tard pour New York.

J’étais en charge de toute la supply chain maroquinerie et accessoires, une partie prévision de vente et une partie distribution. Une partie qui était nouvelle aussi, c’était la partie management, avec une équipe à construire là-bas. Encore une fois, des cultures différentes, ce à quoi je m’attendais peu. Je m’attendais à Dubai que ce soit très différent. New York, je ne sais pas. On a l’impression qu’on connaît parce qu’on le voit tous les jours à la télé, dans tous les films. Mais en fait, la culture américaine est très différente de la culture latine, française. Du coup, pas mal à apprendre aussi là-dessus. J’ai adoré cette expérience, cinq ans en tout. Je n’ai pas vu le temps passer. Et depuis un an et demi, je suis rentré à nouveau à Paris en supply chain central. Je suis en charge de la distribution.

Je pense que la mobilité, c’est un mélange de plusieurs ingrédients : à la fois une prédisposition, il faut pouvoir le faire, même juste logistiquement ; il faut être prêt à se dire que dans deux mois ou trois mois, on est à l’autre bout du monde. Il faut surtout avoir envie et être curieux, avoir le bon état d’esprit. Et derrière, il faut aussi… que les opportunités soient là en face. C’est à la fois les équipes RH, les équipes managériales qui font en sorte qu’on mette les candidats en face des opportunités, et en tout cas, pour moi, c’est comme ça que ça s’est passé. Ce n’est pas quelque chose qui a été calculé dès le début. C’est plus des opportunités qui se sont présentées et que j’ai saisies au moment où elles sont arrivées.

Jeremy, Demand Sizing & Distribution Manager

Da França a Portugal

Sempre abrimos novas portas, mas se fazemos isso é porque soubemos abrir as portas que precederam.

***

Meu nome é Simon, tenho 41 anos, sou engenheiro de formação e estudei na França, na cidade de Lille. Tenho quase vinte anos de carreira e faz onze anos que trabalho na Maison Louis Vuitton.

Comecei como Responsável de Logística nos Ateliês do Sudeste, nas regiões de Drôme e Ardèche, em seguida passei a Chefe de Fabricação, Responsável de Produção no Ateliê de Ardèche.

A transição para um cargo de fabricação foi bastante natural em razão da minha formação e meu gosto pela gestão. O fato de ter lidado com desafios comerciais como Responsável de Logística me fortaleceu ainda mais para acompanhar as mudanças das competências técnicas e da organização do ateliê. Entender todas essas questões quando realizamos colaborações excepcionais com artistas como Stephen Sprouse ou Richard Prince, nos ajuda a tomar consciência de que a rapidez é essencial, que os clientes querem os produtos rapidamente, além disso, aumenta nossa credibilidade junto aos artesãos nos ateliês.


Depois disso, pude avançar ainda mais na carreira e ir para Portugal fazer um trabalho relativamente semelhante ao que conhecia, mas num ambiente bem diferente, porque se tratava de criar novas instalações e desenvolver seu crescimento.

Foi uma oportunidade que surgiu, não foi algo planejado. A partir daí, é o gosto pelo desafio, a vontade de tentar abrir novas portas e protagonizar sua carreira, sua jornada. Foi assim que as coisas aconteceram no meu caso.


Em Portugal, encontrei um ambiente completamente novo, mas para mim estava bem claro qual era o DNA da Maison, o que devia ser introduzido, o que devia ser transmitido, o gosto pelo produto, a atenção aos detalhes. O mais formidável foi que as equipes de Portugal tinham uma atitude muito receptiva em relação à Louis Vuitton e demonstravam muita curiosidade em relação ao trabalho.



Eu não conhecia absolutamente nada sobre Portugal. Coloquei os pés no país pela primeira vez quando fui convidado a trabalhar lá. Aprendi a língua quando cheguei, e foi muito enriquecedor aprender um novo idioma, compreender como as pessoas se expressam.
Na verdade, entendemos muitas coisas quando estamos em imersão numa cultura diferente, embora haja algumas semelhanças, porque Portugal também é um país europeu. No meu trabalho atual de gestor, isso é muito útil. Trabalho com fornecedores da Itália e de outros países da Europa, e sei que as referências deles são diferentes das nossas.



Integrei as equipes da Matriz, aqui em Pont Neuf, no ano passado, e sou encarregado de um polo de materiais. Desta vez, devo gerir cerca de vinte pessoas de várias áreas diferentes. A gestão da equipe é diferente da que eu conhecia.

O que é certo é que o fato de ter tido essa oportunidade de trabalhar em Portugal foi um acelerador para compreender e saber me adaptar. Adaptar a maneira de funcionar, porque é isso que faz a diferença no final: poder se apoiar nas forças dos colaboradores em vez de contar somente com sua própria força de vontade.


Simon, Metal Components Activity Manager

Sempre abrimos novas portas, mas se fazemos isso é porque soubemos abrir as portas que precederam.

***

Meu nome é Simon, tenho 41 anos, sou engenheiro de formação e estudei na França, na cidade de Lille. Tenho quase vinte anos de carreira e faz onze anos que trabalho na Maison Louis Vuitton.

Comecei como Responsável de Logística nos Ateliês do Sudeste, nas regiões de Drôme e Ardèche, em seguida passei a Chefe de Fabricação, Responsável de Produção no Ateliê de Ardèche.

A transição para um cargo de fabricação foi bastante natural em razão da minha formação e meu gosto pela gestão. O fato de ter lidado com desafios comerciais como Responsável de Logística me fortaleceu ainda mais para acompanhar as mudanças das competências técnicas e da organização do ateliê. Entender todas essas questões quando realizamos colaborações excepcionais com artistas como Stephen Sprouse ou Richard Prince, nos ajuda a tomar consciência de que a rapidez é essencial, que os clientes querem os produtos rapidamente, além disso, aumenta nossa credibilidade junto aos artesãos nos ateliês.


Depois disso, pude avançar ainda mais na carreira e ir para Portugal fazer um trabalho relativamente semelhante ao que conhecia, mas num ambiente bem diferente, porque se tratava de criar novas instalações e desenvolver seu crescimento.

Foi uma oportunidade que surgiu, não foi algo planejado. A partir daí, é o gosto pelo desafio, a vontade de tentar abrir novas portas e protagonizar sua carreira, sua jornada. Foi assim que as coisas aconteceram no meu caso.


Em Portugal, encontrei um ambiente completamente novo, mas para mim estava bem claro qual era o DNA da Maison, o que devia ser introduzido, o que devia ser transmitido, o gosto pelo produto, a atenção aos detalhes. O mais formidável foi que as equipes de Portugal tinham uma atitude muito receptiva em relação à Louis Vuitton e demonstravam muita curiosidade em relação ao trabalho.



Eu não conhecia absolutamente nada sobre Portugal. Coloquei os pés no país pela primeira vez quando fui convidado a trabalhar lá. Aprendi a língua quando cheguei, e foi muito enriquecedor aprender um novo idioma, compreender como as pessoas se expressam.
Na verdade, entendemos muitas coisas quando estamos em imersão numa cultura diferente, embora haja algumas semelhanças, porque Portugal também é um país europeu. No meu trabalho atual de gestor, isso é muito útil. Trabalho com fornecedores da Itália e de outros países da Europa, e sei que as referências deles são diferentes das nossas.



Integrei as equipes da Matriz, aqui em Pont Neuf, no ano passado, e sou encarregado de um polo de materiais. Desta vez, devo gerir cerca de vinte pessoas de várias áreas diferentes. A gestão da equipe é diferente da que eu conhecia.

O que é certo é que o fato de ter tido essa oportunidade de trabalhar em Portugal foi um acelerador para compreender e saber me adaptar. Adaptar a maneira de funcionar, porque é isso que faz a diferença no final: poder se apoiar nas forças dos colaboradores em vez de contar somente com sua própria força de vontade.


Simon, Metal Components Activity Manager

On pousse à chaque fois des nouvelles portes mais on arrive à pousser ces nouvelles portes parce qu’on a su ouvrir les portes précédentes.

***

Je m’appelle Simon, j’ai 41 ans, je suis ingénieur de formation, j’ai fait mes études en France, à Lille. J’ai un parcours presque d’une vingtaine d’années maintenant, et ça fait onze années que je suis dans la Maison Louis Vuitton.

J’ai commencé comme Responsable Logistique sur les Ateliers du Sud-Est, dans la Drôme et l’Ardèche avant d’évoluer vers des responsabilités de Chef de Fabrication, de Responsable de Production sur l’Atelier de l’Ardèche.

L’évolution vers le poste de fabrication était assez naturelle en fonction de ma formation, et puis de mon goût pour le management, et c’est vrai que d’avoir vu ces enjeux business au travers du poste de Responsable Logistique, c’était une vraie force pour pouvoir accompagner les changements sur les savoir-faire et sur l’organisation au sein de l’atelier. Et le fait de comprendre tous ces enjeux quand on a des collaborations très exceptionnelles avec des artistes comme Stephen Sprouse, comme Richard Prince, on prend conscience qu’on doit aller vite, que les clients ont envie d’avoir le produit rapidement, et on a une légitimité assez forte vis-à-vis des maroquiniers, des artisans.

Ensuite, j’ai eu la possibilité d’évoluer et d’aller au Portugal sur un métier relativement similaire à celui que je connaissais, mais dans un environnement très différent puisque dans le cadre d’une création de site et d’un développement de la croissance de ce site.

C’est une opportunité qui s’est présentée, ce n’était pas forcément quelque chose d’écrit d’avance. Après, c’est le goût du challenge, c’est le goût d’aller pousser aussi des nouvelles portes et puis d’écrire un parcours, un voyage, et ça s’est fait comme ça pour moi.

Je suis arrivé au Portugal dans un environnement complètement nouveau, mais en étant vraiment très au clair sur l’ADN de la Maison, qu’est-ce qu’il fallait y apporter, qu’est-ce qu’il fallait transmettre, le goût du produit, le sens du détail, et c’est ça qui était formidable, c’est que les nouvelles équipes au Portugal étaient très réceptives sur Louis Vuitton, c’est quoi, c’est qui, comment on travaille.

Moi, je ne savais rien du Portugal, j’ai mis la première fois les pieds au Portugal quand on m’a proposé d’y travailler, j’ai appris la langue sur place, ça a été aussi une richesse d’apprendre une nouvelle langue, de comprendre comment on exprime les choses.

Finalement, on comprend beaucoup de choses en étant immergé dans une culture qui est différente, même s’il y a peut-être des points communs parce qu’on reste dans un pays européen. Et dans mon management aujourd’hui, ça m’aide beaucoup, je travaille avec des fournisseurs qui sont pour certains en Italie, pour d’autres dans d’autres pays d’Europe, et je sais que leur référentiel est différent du nôtre.

J’ai rejoint les équipes du Siège ici au Pont Neuf depuis l’année dernière où je m’occupe d’un pôle matière et j’encadre une petite vingtaine de personnes sur, cette fois-ci, plusieurs métiers. Il y a une vision du management de l’équipe qui est différente que celle que j’avais pu expérimenter par le passé.

Ce qui est sûr, c’est que de pouvoir avoir cette opportunité d’avoir travaillé au Portugal, c’est un accélérateur pour comprendre et savoir s’adapter, adapter son mode de fonctionnement, parce que c’est ce qui fait la différence à la fin, c’est de pouvoir s’appuyer sur les forces des uns et des autres plutôt que sur uniquement sa propre volonté.

Simon, Metal Components Activity Manager

De Londres a Tóquio

É difícil imaginar que já faz quase quinze anos que estou na Maison. Nunca considero que algo seja impossível.

***

Meu nome é Mayuko. Atualmente sou vice-presidente de Merchandising e de Merchandising visual. Ou seja, sou responsável por dois departamentos: no merchandising, tudo começa logo na primeira fase do ciclo de vida dos produtos, quando nós os conhecemos no showroom de Paris. Em seguida, selecionamos o que é mais adaptado para o Japão em termos de oferta de produtos e estratégias. Naturalmente, recebemos uma orientação geral e as metas estabelecidas pela marca, mas depois tentamos filtrar e deixar tudo decantar para avaliar o impacto na nossa região. Depois da seleção e da compra dos produtos em Paris, voltamos para o Japão onde trabalhamos também com a equipe de Merchandising visual para organizar a ambientação da loja.

Comecei minha carreira em 2003, na loja da New Bond Street, em Londres.
Tive a sorte imensa de trabalhar em várias equipes: Relojoaria e Joalheria, Merchandising visual, Serviço pós-venda e Artigos de couro. Foi um desafio extremamente gratificante que realmente serviu de base para a minha carreira na Louis Vuitton.

Minha trajetória foi bastante fluida, mas muita rica e extremamente diversificada. Depois de passar cerca de seis meses na loja da New Bond Street, integrei a sede de Londres, onde fui encarregada do Reino Unido, da Escandinávia e da Irlanda, pelo gerente regional de Merchandising de produtos. Um ano depois, fui trabalhar na matriz em Paris e na Região Europa, onde pude acumular várias experiências diferentes: primeiro, na equipe de Prêt-à-porter, depois, na equipe de Acessórios, onde desenvolvemos o Merchandising e os Acessórios, que não existiam até então, em seguida trabalhei com os Artigos de couro. Foi nessa época que comecei a refletir sobre o fato de que era japonesa e nunca tinha morado no Japão. Por razões pessoais, eu quis voltar a viver mais perto da minha família.
O mais incrível é que o grupo LVMH e a Louis Vuitton oferecem oportunidades fabulosas de mobilidade. Foi assim que fui trabalhar na Louis Vuitton Japão como gerente de Merchandising de Artigos de couro.
Em seguida, tive a oportunidade de trabalhar em outra empresa do Grupo, e dessa vez foi na FENDI de Hong Kong. Um ano depois, fui contratada por uma marca que não faz parte do grupo LVMH e voltei para Tóquio.

Há dois anos e meio, tive a oportunidade formidável de me tornar vice-presidente de Merchandising no Japão, cargo que aceitei com grande prazer, porque me permite explorar todas as experiências que acumulei ao longo dos anos nas diversas categorias de produtos. Foi por isso que voltei para a Louis Vuitton de Tóquio.

O mais interessante na Louis Vuitton é que tudo é muito dinâmico. É difícil imaginar que já faz quase quinze anos que estou na Maison. Sem dúvida, isso se deve às várias mudanças e a todas as coisas diferentes que fazemos, já que sempre temos novos desafios pela frente. Na verdade a gente está sempre em ação.
Nunca considero que algo seja impossível, porque há sempre uma maneira diferente de ver as coisas. Não existe um plano de carreira definido dizendo que, uma vez contratado pela Maison, você precisa começar no ponto A e passar pelos cargos B, C e D. Na verdade, tudo depende de como as coisas evoluem. É isso que determina a sua trajetória.


Naturalmente, quando você passa mais de dez anos numa empresa, trabalha em estreita colaboração com os colegas. Nos showrooms de Paris, por exemplo, durante as seções de compras, muitas vezes nós ficamos juntos das 8 horas da manhã até meia-noite. É extenuante, tanto mental como fisicamente. E quando chega a hora de ir embora e se despedir, você percebe que não só teceu relações profissionais sólidas, mas também fez verdadeiras amizades, relações de confiança e contatos, inclusive com pessoas que não fazem parte da Louis Vuitton nem do Merchandising.


Mayuko, vice-presidente de Merchandising, Louis Vuitton Japão

É difícil imaginar que já faz quase quinze anos que estou na Maison. Nunca considero que algo seja impossível.

***

Meu nome é Mayuko. Atualmente sou vice-presidente de Merchandising e de Merchandising visual. Ou seja, sou responsável por dois departamentos: no merchandising, tudo começa logo na primeira fase do ciclo de vida dos produtos, quando nós os conhecemos no showroom de Paris. Em seguida, selecionamos o que é mais adaptado para o Japão em termos de oferta de produtos e estratégias. Naturalmente, recebemos uma orientação geral e as metas estabelecidas pela marca, mas depois tentamos filtrar e deixar tudo decantar para avaliar o impacto na nossa região. Depois da seleção e da compra dos produtos em Paris, voltamos para o Japão onde trabalhamos também com a equipe de Merchandising visual para organizar a ambientação da loja.

Comecei minha carreira em 2003, na loja da New Bond Street, em Londres.
Tive a sorte imensa de trabalhar em várias equipes: Relojoaria e Joalheria, Merchandising visual, Serviço pós-venda e Artigos de couro. Foi um desafio extremamente gratificante que realmente serviu de base para a minha carreira na Louis Vuitton.

Minha trajetória foi bastante fluida, mas muita rica e extremamente diversificada. Depois de passar cerca de seis meses na loja da New Bond Street, integrei a sede de Londres, onde fui encarregada do Reino Unido, da Escandinávia e da Irlanda, pelo gerente regional de Merchandising de produtos. Um ano depois, fui trabalhar na matriz em Paris e na Região Europa, onde pude acumular várias experiências diferentes: primeiro, na equipe de Prêt-à-porter, depois, na equipe de Acessórios, onde desenvolvemos o Merchandising e os Acessórios, que não existiam até então, em seguida trabalhei com os Artigos de couro. Foi nessa época que comecei a refletir sobre o fato de que era japonesa e nunca tinha morado no Japão. Por razões pessoais, eu quis voltar a viver mais perto da minha família.
O mais incrível é que o grupo LVMH e a Louis Vuitton oferecem oportunidades fabulosas de mobilidade. Foi assim que fui trabalhar na Louis Vuitton Japão como gerente de Merchandising de Artigos de couro.
Em seguida, tive a oportunidade de trabalhar em outra empresa do Grupo, e dessa vez foi na FENDI de Hong Kong. Um ano depois, fui contratada por uma marca que não faz parte do grupo LVMH e voltei para Tóquio.

Há dois anos e meio, tive a oportunidade formidável de me tornar vice-presidente de Merchandising no Japão, cargo que aceitei com grande prazer, porque me permite explorar todas as experiências que acumulei ao longo dos anos nas diversas categorias de produtos. Foi por isso que voltei para a Louis Vuitton de Tóquio.

O mais interessante na Louis Vuitton é que tudo é muito dinâmico. É difícil imaginar que já faz quase quinze anos que estou na Maison. Sem dúvida, isso se deve às várias mudanças e a todas as coisas diferentes que fazemos, já que sempre temos novos desafios pela frente. Na verdade a gente está sempre em ação.
Nunca considero que algo seja impossível, porque há sempre uma maneira diferente de ver as coisas. Não existe um plano de carreira definido dizendo que, uma vez contratado pela Maison, você precisa começar no ponto A e passar pelos cargos B, C e D. Na verdade, tudo depende de como as coisas evoluem. É isso que determina a sua trajetória.


Naturalmente, quando você passa mais de dez anos numa empresa, trabalha em estreita colaboração com os colegas. Nos showrooms de Paris, por exemplo, durante as seções de compras, muitas vezes nós ficamos juntos das 8 horas da manhã até meia-noite. É extenuante, tanto mental como fisicamente. E quando chega a hora de ir embora e se despedir, você percebe que não só teceu relações profissionais sólidas, mas também fez verdadeiras amizades, relações de confiança e contatos, inclusive com pessoas que não fazem parte da Louis Vuitton nem do Merchandising.


Mayuko, vice-presidente de Merchandising, Louis Vuitton Japão

I’ve never felt like it’s been almost 15 years being in this Maison. There’s never a moment where you think “this is not possible or it’s impossible”.

***

My name is Mayuko. My current position is Vice President for Merchandising and VM (Visual Merchandising).

So this means managing two departments.
The first one involves really starting from the first part of the product cycle, where we see the products in the showroom in Paris, and we work on what is best for Japan in terms of product offer, what we want to do in terms of strategy. So, of course, we receive the general strategy and what we want to do as a brand, but then we try to filter, and we digest things, we try to see what that means for our zone. And then after the buys and assortments being made in Paris, we take that back into Japan where we work also with the Visual Merchandising team to see how that will roll out in store.

I started my career in 2003 in the New Bond Street store in London.
I was extremely lucky to work within the Watch & Jewelry team, the Visual Merchandising team, the after-sales team and the leather goods team. So it was an extremely fulfilling challenge, and really created the base of my career within Louis Vuitton.

The journey has been extremely smooth, and yet full of different things happening along the way. So first starting from New Bond Street in the store, this was for about six months, and then I was in the head office in London, and I was representing the UK, Scandinavia and Ireland for Regional Products Merchandising Manager. After one year, I was in the Paris office, in the Europe zone, where I had many different experiences: first within the ready-to-wear team, and then working in the accessories team, where we built merchandising and accessories, which was not existent then, and then moving on to leather goods. That’s when I was also weighing out the fact that I’m Japanese, and I’d actually never lived in Japan before, so due to personal reasons, I wanted to be closer to my family.  

And what was quite amazing is that of course we are LVMH, we are Louis Vuitton, so there was this amazing chance to be able to move by mobility, which is how I moved into Louis Vuitton Japan, to become Merchandising Manager for leather goods.
And then there was an opportunity within LVMH still, but in FENDI, this time in Hong Kong, when I then moved back after a year to Tokyo, within a brand outside of LVMH.

However, 2½ years ago there was this wonderful opportunity to be the Vice President of Merchandising here, which I gladly took because it’s really maximizing the experiences that I’ve had so far within all product categories. So this is how I came back to Louis Vuitton in Tokyo.

What keeps me excited within Louis Vuitton is that you’re on a treadmill; it doesn’t stop. I’ve never felt like it’s been almost 15 years being in this Maison. I guess we go through so many changes, so many different things happening, so many new challenges coming on board, that we really do never stop.

There’s never a moment where you think “this is not possible or it’s impossible”, because there’s always a way to then look at something differently. There’s no set career plan in the sense that once you join the Maison you start with A and then it’s B, C, D. It depends on what happens afterwards to then determine what could be the path.

Obviously, when you spend more than ten years in a company or when you work extremely closely - because sometimes in the showrooms in Paris, for example during the buying sessions, we are together from 8 o’clock in the morning until midnight - it’s extremely tough mentally and physically. So that’s when you have that one moment when you’re parting, when you have your farewell goodbyes, that you really have made not only solid professional relationships, but really good friendships: a lot of trust, a lot of connections with people beyond just Louis Vuitton and merchandising.

Mayuko, Vice President Merchandising, Louis Vuitton Japan

Rumo a outras Maisons

A Louis Vuitton é uma Maison icônica do grupo LVMH, líder mundial do luxo que opera simultaneamente nos setores dos Vinhos e Destilados, Moda e Marroquinaria, Perfumes e Cosméticos, Relógios e Joalheria e Distribuição seletiva – com 70 Maisons excepcionais formando um campo de expressão inigualável para todos os que têm gosto pelo desafio. Para mais informações sobre o grupo LVMH: www.lvmh.com

Da Maison Veuve-Clicquot à Louis Vuitton

O Grupo oferece reais possibilidades de se viver várias vidas profissionais, atuar em áreas distintas, ter experiências diversas em diferentes Maisons. Você pode muito bem começar no setor de vinhos e destilados e chegar, como é o meu caso, ao universo da moda na Louis Vuitton.


***


Meu nome é Sara, tenho 31 anos e, atualmente, sou Responsável de Recursos Humanos na Matriz da Maison Louis Vuitton.

Nasci na região de Seine-Saint-Denis, periferia de Paris, e tive dúvidas se teria a possibilidade de trabalhar em um grupo como este. Pensei duas vezes até na hora de mandar meu CV. Mas acabei por me convencer de que não devia me autocensurar, e que, ao contrário, devia me candidatar, porque não corria risco algum se tentasse. Foi assim que a história começou.
Na sequência, outra razão de orgulho é ter trabalhado no exterior, exercido minha profissão falando outra língua no dia a dia, ter morado em outro país, embora não tivesse realmente uma grande aptidão para línguas estrangeiras nem ter viajado muito para o exterior. Superar esse desafio foi algo muito importante para mim.


Faz quase oito anos que trabalho no grupo LVMH. Entrei na Maison Veuve Clicquot em setembro de 2010 como Encarregada de Recrutamento. Alguns meses depois, tive a oportunidade de passar a Responsável do Desenvolvimento dos Recursos Humanos da Maison Veuve Clicquot e da Maison Krug.

Em seguida, quis muito trabalhar no exterior e experimentar outra maneira de atuar com recursos humanos, ter perspectivas diferentes, outros pontos de vista, e tive a oportunidade de integrar a Moët Hennessy. Lá eu era Responsável de Recursos Humanos e tinha um raio de ação muito vasto.
Depois de quase três anos de experiência na Moët Hennessy Reino Unido, em Londres, eu quis conhecer novos horizontes, daí minha vinda para a Maison Louis Vuitton no cargo de Responsável de RH em Paris.



A principal razão de trabalhar na Maison Louis Vuitton era descobrir um universo completamente diferente, uma indústria nova, novas áreas de atividade. Eu queria me fixar novos desafios. Eu poderia ter optado por outra empresa, mas integrar a Maison Louis Vuitton para mim parecia algo evidente, porque despertava minha curiosidade. Ela impressiona muito, e eu quis descobrir o que havia por trás dessa imagem de excelência e de sucesso, desse modelo, conhecer os bastidores. Mais particularmente, enquanto RH, também desejava saber quem protagonizava esse sucesso no dia a dia. E, por fim, participar desse sucesso agregando o valor da minha própria profissão.


Quando você passa de uma Maison a outra o desafio repousa no fato de que as culturas das empresas são diferentes, os estilos de gestão variam, isso porque o Grupo dá muita autonomia aos presidentes de Maison, que têm a liberdade de expressar seu estilo e deixar sua própria marca. Para mim, o mais interessante é que esse aspecto acabou por me dar uma “agilidade cultural” cada vez maior ao longo das diferentes experiências. E ainda não acabou! Tenho muitas outras aventuras pela frente e muito que aprender do ponto de vista do conhecimento das atividades, das organizações e das culturas do Grupo.

Sara, Human Resources Manager

O Grupo oferece reais possibilidades de se viver várias vidas profissionais, atuar em áreas distintas, ter experiências diversas em diferentes Maisons. Você pode muito bem começar no setor de vinhos e destilados e chegar, como é o meu caso, ao universo da moda na Louis Vuitton.


***


Meu nome é Sara, tenho 31 anos e, atualmente, sou Responsável de Recursos Humanos na Matriz da Maison Louis Vuitton.

Nasci na região de Seine-Saint-Denis, periferia de Paris, e tive dúvidas se teria a possibilidade de trabalhar em um grupo como este. Pensei duas vezes até na hora de mandar meu CV. Mas acabei por me convencer de que não devia me autocensurar, e que, ao contrário, devia me candidatar, porque não corria risco algum se tentasse. Foi assim que a história começou.
Na sequência, outra razão de orgulho é ter trabalhado no exterior, exercido minha profissão falando outra língua no dia a dia, ter morado em outro país, embora não tivesse realmente uma grande aptidão para línguas estrangeiras nem ter viajado muito para o exterior. Superar esse desafio foi algo muito importante para mim.


Faz quase oito anos que trabalho no grupo LVMH. Entrei na Maison Veuve Clicquot em setembro de 2010 como Encarregada de Recrutamento. Alguns meses depois, tive a oportunidade de passar a Responsável do Desenvolvimento dos Recursos Humanos da Maison Veuve Clicquot e da Maison Krug.

Em seguida, quis muito trabalhar no exterior e experimentar outra maneira de atuar com recursos humanos, ter perspectivas diferentes, outros pontos de vista, e tive a oportunidade de integrar a Moët Hennessy. Lá eu era Responsável de Recursos Humanos e tinha um raio de ação muito vasto.
Depois de quase três anos de experiência na Moët Hennessy Reino Unido, em Londres, eu quis conhecer novos horizontes, daí minha vinda para a Maison Louis Vuitton no cargo de Responsável de RH em Paris.



A principal razão de trabalhar na Maison Louis Vuitton era descobrir um universo completamente diferente, uma indústria nova, novas áreas de atividade. Eu queria me fixar novos desafios. Eu poderia ter optado por outra empresa, mas integrar a Maison Louis Vuitton para mim parecia algo evidente, porque despertava minha curiosidade. Ela impressiona muito, e eu quis descobrir o que havia por trás dessa imagem de excelência e de sucesso, desse modelo, conhecer os bastidores. Mais particularmente, enquanto RH, também desejava saber quem protagonizava esse sucesso no dia a dia. E, por fim, participar desse sucesso agregando o valor da minha própria profissão.


Quando você passa de uma Maison a outra o desafio repousa no fato de que as culturas das empresas são diferentes, os estilos de gestão variam, isso porque o Grupo dá muita autonomia aos presidentes de Maison, que têm a liberdade de expressar seu estilo e deixar sua própria marca. Para mim, o mais interessante é que esse aspecto acabou por me dar uma “agilidade cultural” cada vez maior ao longo das diferentes experiências. E ainda não acabou! Tenho muitas outras aventuras pela frente e muito que aprender do ponto de vista do conhecimento das atividades, das organizações e das culturas do Grupo.

Sara, Human Resources Manager

Le Groupe permet réellement d’avoir plusieurs vies dans une vie, de vivre des métiers différents, des expériences différentes, des Maisons différentes, et on peut tout à fait commencer dans un secteur d’activité des vins et spiritueux, et arriver comme aujourd’hui au sein de l’univers de la mode chez Louis Vuitton.

***

Je m’appelle Sara, j’ai 31 ans et je suis actuellement Responsable des Ressources Humaines au Siège de la Maison Louis Vuitton.

Je suis née en Seine-Saint-Denis et je me demandais dans quelle mesure je pouvais avoir accès à un groupe comme celui-ci. J’avais hésité même à envoyer mon CV. Là, je me suis dit qu’il ne fallait pas que je m’autocensure et qu’il fallait au contraire que je postule et que je ne prenais finalement aucun risque à essayer, et c’est comme ça que l’histoire a commencé.

Et ensuite, ma deuxième grande fierté, c’est d’avoir évolué à l’international, d’avoir fait mon métier dans une langue différente au quotidien, d’avoir vécu dans un pays différent alors même que, là aussi, je n’avais pas nécessairement cette habileté à parler une langue étrangère, je n’étais pas nécessairement beaucoup partie, et relever ce défi était très important pour moi.

Ça fait près de huit ans que j’évolue au sein du groupe LVMH. J’ai intégré la Maison Veuve Clicquot en septembre 2010 en tant que Chargée de Recrutement et, quelques mois après mon arrivée, j’ai eu la chance d’évoluer à un poste de Responsable du Développement des Ressources Humaines pour la Maison Veuve Clicquot et la Maison Krug.

Ensuite, j’étais avide de partir à l’international et de vivre une autre façon de faire des ressources humaines, d’avoir d’autres perspectives, d’autres angles de vue, et j’ai eu la chance de rejoindre Moët Hennessy, et j’étais là-bas Responsable des Ressources Humaines pour la filiale et j’avais un scope très généraliste en ressources humaines.

Enfin, au terme de près de trois ans d’expérience au sein de Moët Hennessy UK basée à Londres, j’ai souhaité découvrir de nouveaux horizons, d’où mon arrivée au sein de la Maison Louis Vuitton en tant que Responsable RH basée à Paris.

La raison pour laquelle j’ai rejoint la Maison Louis Vuitton est qu’en premier lieu justement, je voulais découvrir un tout nouvel univers, une nouvelle industrie, des nouveaux métiers, me challenger de ce point de vue-là. Ensuite, j’aurais pu faire un autre choix, mais pour moi, rejoindre la Maison Louis Vuitton, c’était une évidence dans la mesure où c’est une Maison qui suscitait ma curiosité, elle est très impressionnante et j’avais envie de découvrir ce qu’il y avait derrière cette image d’excellence, de réussite, derrière ce modèle, et de comprendre ce qu’il y avait dans les coulisses, et aussi, en particulier, en tant que RH, de voir qui étaient les acteurs de cette réussite au quotidien. Et enfin, de prendre moi-même part à cette réussite en apportant de la valeur ajoutée dans mon métier.

Le challenge, quand on évolue d’une Maison à une autre, c’est que les cultures d’entreprise sont différentes, les styles de management sont différents, parce que le Groupe laisse aussi beaucoup d’autonomie aux présidents de Maison pour exprimer leur style et leur signature. En cela, ce qui a été passionnant, c’est que ça m’a donné, je pense, au gré de ces expériences, de plus en plus d’agilité culturelle. Ce n’est pas terminé, il y a encore d’autres aventures à vivre et encore beaucoup à apprendre du point de vue de la connaissance des métiers, des organisations et des cultures.

Sara, Human Resources Manager

Descubra também...

Piscataway: Louis Vuitton e a dinâmica americana

Leia mais

Descubra nossas oportunidades de trabalho

Conheça

Chegou a hora de agir.

Está pronta? Está pronto?